COMUNHÃO, DESCANSO, REVELAÇÃO
Mateus, capítulo 26: 31-40
Então chegou Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani, e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto vou além orar. E, levando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se muito. Então lhes disse: A minha alma está cheia de tristeza até a morte; ficai aqui, e velai comigo. E, indo um pouco mais para diante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres. E, voltando para os seus discípulos, achou-os adormecidos; e disse a Pedro: Então nem uma hora pudeste velar comigo? Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca. E, indo segunda vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a tua vontade. E, voltando, achou-os outra vez adormecidos; porque os seus olhos estavam pesados. E, deixando-os de novo, foi orar pela terceira vez, dizendo as mesmas palavras. Então chegou junto dos seus discípulos, e disse-lhes: Dormi agora, e repousai; eis que é chegada a hora, e o Filho do homem será entregue nas mãos dos pecadores.
A palavra de DEUS nos mostra que Jesus enquanto estava na Terra constantemente priorizava a comunhão. Ele não gostava da solidão, nunca estava sozinho, todo momento o Senhor estava em comunhão com alguém, ou com o Pai ou com os Seus discípulos. É interessante que por vezes queremos ficar sozinhos, sem ninguém, nem irmãos, nem o Senhor, pensamos: “vou viajar sozinho, não quero ver ninguém”, vemos que isto é natural da pessoa e contrário a natureza de Cristo. Na passagem acima vemos Jesus chamando para mais perto seus discípulos.
Também observamos que o Senhor, devido à prévia ciência da intensa dor que viria a sofrer em sua crucificação, solicitou a três deles que fossem compartilhar junto a ELE o momento de angústia que estava sofrendo, porém os mesmos dormiram e Jesus questiona que nem uma hora houve tempo para vigiar/estar com Ele apesar de tudo que passaram juntos e todas as maravilhas que viram o Deus encarnado operar.
Vemos claramente nesta passagem a incapacidade humana, apesar dos discípulos terem sido escolhidos por Deus, em si mesmos não conseguiam realizar nada. O exemplo deles não poderia ser mais claro, na hora que Jesus mais precisou eles dormiram. Coloque-se naquela situação, na hora que Jesus mais precisa você o abandona. Vemos aqui a suficiência do Cordeiro que sozinho completou todo o desígnio do Pai. Vemos também a impossibilidade de dar qualquer legalismo humano ao evangelho, pois o mesmo só reflete nosso fracasso em executar algo por força própria.
A condição não vem de nós, não é pelos nossos méritos, aqueles discípulos estavam dia e noite com Ele e falharam. A grandeza da revelação começa em entender que tudo depende dEle e da Sua obra redentora. O próprio Paulo, o grande apóstolo Paulo observa “miserável homem que eu sou...sou o pior dos pecadores...” Paulo entendeu sua incapacidade e que sem a dependência do Mestre o fracasso era certo. O Senhor sabia que sem Ele os discípulos não tinham condição nenhuma, nem ninguém têm. Jesus sabia que seus escolhidos se perderiam sem Ele. Assim que viu a situação, quando foi abandonado pelos seus orou ao Pai “Pai esse cálice não pode passar de mim, eles não tem condição nenhuma sozinhos” Se Jesus não fizesse o que estava predestinado a fazer estaríamos perdidos, se não morresse naquela cruz para poder habitar em nós, não haveria possibilidade de vitória sobre qualquer situação.
A condição de vitória está contida exclusivamente no sangue suficiente do Cordeiro sem pecado. Não parte da de estarmos bem, se fosse assim não passaria de uma mera religião. Geralmente pensamos que estamos prontos quando estamos fazendo tudo certinho e que isto se torna uma prerrogativa para nossa obra. Isto é legalismo, se depender de nós não passamos de meros religiosos, alguém que quer estar bem com seu ego “ah estou bem, faço tudo correto”. O jovem rico achou que a condição estava nele mesmo, ninguém o condenava, um simples convite do Senhor mostrou o fracasso da sua intenção.
Nem a oração que fazemos parte de nós mesmos, a verdadeira oração é algo que vem do Espírito, oriundo dEle e retorna pra Ele. Se a oração partir de nós mesmos só iremos pedir. Quando o Senhor transborda de nós é aí que vem as orações mais sinceras, verdadeiramente em Espírito e que realmente agrada a Deus e chega como incenso nos céus. È aí que podemos ouvir do Senhor “é isso que eu quero de você”(comunhão, verdadeira comunhão em um coração voltado pra Deus sem interesse).
Todos nós que já fomos crucificados com Cristo temos Espírito, se permitirmos que o Espírito avance Ele está pronto, mas a carne é fraca. Logo, temos muita dificuldade de andarmos nos caminhos que o SENHOR preparou para nós. A condição que nos faz andar neste caminho não parte da nossa insignificância, mas do amor de JESUS.
Quando fazemos algo para o Senhor percebemos que a iniciativa partiu do Espírito Santo, não influenciamos de acordo com nossas falhas vontades e a glória vai toda pra Ele. Divergente de quando fazemos coisas por nossas próprias mãos, quando a glória é para nós e não tem validade alguma para o SENHOR. Obra vinda de nós não dá frutos e é pesada, a do SENHOR é dELE através de nós, o que não causa fardo e nem mesmo percebemos.
O espírito está pronto, e é como se tivéssemos na sala, mas com a luz apagada. Quando esta acende vemos tudo, mas na escuridão não podemos enxergar. Quando estamos iluminados pela luz do SENHOR iremos enxergar todo e desfrutar de bênçãos que nem temos capacidade para imaginarmos. É nos libertarmos de nós mesmos e começarmos a agir sem perceber, porque é o Senhor operando em nós por e para ELE. Assim nos livramos de ficar utilizando nossa legalismo tentar fazer algo e depois chegar diante de Deus dizendo “Senhor fiz muita coisa” e ouvir “de fato você fez mas eu não mandei você fazer nada, isso tudo não tem valor nenhum..."
Certa vez muito envolvido com meus afazeres de trabalho pedi ao Senhor para me mostrar como Ele estava me vendo. Ele me deu a graça de enxergar como eu estava totalmente envolvido com minha própria vida. Pude ouvir Ele dizer “você diz que me tem mas está preso consigo mesmo e Eu vim pra te libertar de você mesmo.” A maior prisão que o homem pode desfrutar é a própria vida, onde há legalidade de estar bem com o Senhor, de andar corretamente diante de DEUS, e não porque o Espírito nos atraiu. Para andarmos conforme a vontade dELE devemos crer na vida de CRISTO em nós, que nos fará descansar NO SENHOR.
Não há como andarmos corretos na perspectiva divina. Quando Ele disse “aquele crer e for batizado será salvo, mas quem não crer já está condenado”. Que crer é este? É o crer da vida de Cristo dentro de nós, esta vida que não tem princípio nem meio nem fim. Com isto no coração podemos quebrar um monte de correntes, não vamos nos cansar, não vamos nos fatigar, não vamos nos esforçar para alcançar a vitória. Certa vez tive uma experiência com minha esposa, ela disse: “mas eu me esforço, faço tudo que você que quer...” Respondi: “mas é este exatamente o problema, você está se esforçando” Ela ficou sem entender e pediu para eu explicar, eu respondi “mas eu não posso te explicar, isto só Ele pode te mostrar”. E ela insistia que não entendia e pedia para eu explicar até que se esvaziou dela mesmo e pode receber a revelação, não fui eu que expliquei e sim o Senhor que revelou. Não adianta querer empurrar goela abaixo da pessoa. Por vezes por vivermos uma experiência maravilhosa em Cristo queremos que o próximo tenha e tentamos forçar a pessoa a entender aquilo, nos empolgamos e queremos a mesma coisa pra todas as pessoas e não é assim. Não adianta, pois não tem receita nem metodologia. Se fosse assim Jesus não precisava ter morrido na cruz, o Criador não é um comprimido que você usa para medicar a pessoa de qualquer jeito. Só o espírito pode conduzir alguém a revelação, devemos ter a paciência de deixar o Espírito fluir.
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domingo, 17 de agosto de 2008
terça-feira, 29 de julho de 2008
CUIDADOS COM A PALAVRA II
CUIDADOS COM A PALAVRA II
Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido, E que desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus. Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.II Tim 3:14-17
O homem tem uma alma que torna sua personalidade única, porém a palavra de Deus é algo do Espírito quando este habita no homem. Devemos tomar extremo cuidado para que a alma não intervenha no trabalho que o Espírito faz através do homem.
Para comermos uma sopa quente precisamos de uma ferramenta que é a colher. Ninguém irá comer a sopa retirada diretamente do centro do prato (que está fervendo), mas vai retirar o conteúdo pelas beiradas e assoprar antes de colocar na boca. Então a palavra de DEUS é dessa maneira: Precisa de ferramentas para que se possamos compreender e de uma proporção certa de ingerir e digerir. É comum cristãos questionarem os motivos de não terem entendido certas coisas no primeiro momento de suas conversões. Isto ocorre frequentemente, pois o ESPÍRITO SANTO usa e avança na pessoa de forma particular revelando tudo ao seu tempo. Ele utiliza Suas ferramentas que estão nEle na vida de cada membro do CORPO DE CRISTO.
Quando falamos com na nossa própria força não trazemos revelação porque podemos mencionar banalidades, por exemplo: quando queremos explicar que Igreja é formada por pessoas e não é uma casa de tijolos. Apesar do conceito certo podemos errar na forma de nos expressar. Em Atos 10 vemos o registro do Espírito Santo, da Sua própria forma e no Seu tempo iluminando a família de Cornélio para a conversão de todos. Outro exemplo é dizer “Feche a porta da Igreja”. Isto apesar de comum é incorreto. Não podemos fechar a porta da Igreja porque esta é espiritual, é o corpo de Cristo, é o somatório de todos os filhos de DEUS, os que já dormiram, os que ainda estão na Terra com todos os santos e os que não creram mas que o Senhor já sabe que vão crer. Esse é um exemplo de coisas espirituais que não podemos errar quando lamaos algo que concerne a Cristo. A palavra vem também para corrigir o que eu falo de errado. Logo, eu devo aceitar ser ensinado, repreendido, exortado e chamado pra perto do caminho. Se alguém é desviado o irmão deve repreender em amor.
Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus; se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus dá; para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e poder para todo o sempre. Amém I Ped 4:11
Aqui vemos mais uma vez reiterado o fundamento de como pregar o evangelho: nunca na nossa força mas sempre pra que Cristo seja o único glorificado. Esse alguém somos nós, isto é, qualquer um é um alguém se vamos falar da palavra de Deus. É por erros de se dizer o que quer que estamos nessa babilônia de hoje: cada um fala o acha de acordo com seu próprio entendimento e ao contrário do entedimento do Senhor.
Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido. Jos 1:8
A passagem é clara: a Bíblia é única, é nela que devemos nos basear pra pregar e meditar.
No primeiro ano do seu reinado, eu, Daniel, entendi pelos livros que o número dos anos, de que falara o SENHOR ao profeta Jeremias, em que haviam de cumprir-se as desolações de Jerusalém, era de setenta anos. Dan 9:2
Observamos que esta passagem foi usada em 1ª pessoa (eu, Daniel) confirmando sua própria experiência, isto é, ele leu, orou, teve uma revelação e começou a interceder para o povo sair da babilônia.
Como me foi este mistério manifestado pela revelação, como antes um pouco vos escrevi Ef 3:3
Segundo uma revelação - quando começamos a ler e investimos o nosso tempo na leitura, na comunhão, DEUS Se revela todos os servos, pois trata todos iguais e não faz acepção de pessoas. Há diferenças nos dons, mas todos são igualmente revelados. Temos que progredir nos 2: dons e palavra de DEUS.
Quando tropeçamos na palavra, tropeçamos em Cristo - a pedra principal, a verdadeira revelação, assim impedimos DEUS (não por Sua incapacidade mas pelo cavalheirismo da liberdade oriunda do seu amor de não fazer nada pela força) de edificar A Si mesmo em nós.
Que possamos estar sempre progredindo para que a palavra, Jesus encarnado, se forme cada dia mais em nós, nos diminuindo deixando apenas que o Tesouro apareça.
Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido, E que desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus. Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.II Tim 3:14-17
O homem tem uma alma que torna sua personalidade única, porém a palavra de Deus é algo do Espírito quando este habita no homem. Devemos tomar extremo cuidado para que a alma não intervenha no trabalho que o Espírito faz através do homem.
Para comermos uma sopa quente precisamos de uma ferramenta que é a colher. Ninguém irá comer a sopa retirada diretamente do centro do prato (que está fervendo), mas vai retirar o conteúdo pelas beiradas e assoprar antes de colocar na boca. Então a palavra de DEUS é dessa maneira: Precisa de ferramentas para que se possamos compreender e de uma proporção certa de ingerir e digerir. É comum cristãos questionarem os motivos de não terem entendido certas coisas no primeiro momento de suas conversões. Isto ocorre frequentemente, pois o ESPÍRITO SANTO usa e avança na pessoa de forma particular revelando tudo ao seu tempo. Ele utiliza Suas ferramentas que estão nEle na vida de cada membro do CORPO DE CRISTO.
Quando falamos com na nossa própria força não trazemos revelação porque podemos mencionar banalidades, por exemplo: quando queremos explicar que Igreja é formada por pessoas e não é uma casa de tijolos. Apesar do conceito certo podemos errar na forma de nos expressar. Em Atos 10 vemos o registro do Espírito Santo, da Sua própria forma e no Seu tempo iluminando a família de Cornélio para a conversão de todos. Outro exemplo é dizer “Feche a porta da Igreja”. Isto apesar de comum é incorreto. Não podemos fechar a porta da Igreja porque esta é espiritual, é o corpo de Cristo, é o somatório de todos os filhos de DEUS, os que já dormiram, os que ainda estão na Terra com todos os santos e os que não creram mas que o Senhor já sabe que vão crer. Esse é um exemplo de coisas espirituais que não podemos errar quando lamaos algo que concerne a Cristo. A palavra vem também para corrigir o que eu falo de errado. Logo, eu devo aceitar ser ensinado, repreendido, exortado e chamado pra perto do caminho. Se alguém é desviado o irmão deve repreender em amor.
Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus; se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus dá; para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e poder para todo o sempre. Amém I Ped 4:11
Aqui vemos mais uma vez reiterado o fundamento de como pregar o evangelho: nunca na nossa força mas sempre pra que Cristo seja o único glorificado. Esse alguém somos nós, isto é, qualquer um é um alguém se vamos falar da palavra de Deus. É por erros de se dizer o que quer que estamos nessa babilônia de hoje: cada um fala o acha de acordo com seu próprio entendimento e ao contrário do entedimento do Senhor.
Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido. Jos 1:8
A passagem é clara: a Bíblia é única, é nela que devemos nos basear pra pregar e meditar.
No primeiro ano do seu reinado, eu, Daniel, entendi pelos livros que o número dos anos, de que falara o SENHOR ao profeta Jeremias, em que haviam de cumprir-se as desolações de Jerusalém, era de setenta anos. Dan 9:2
Observamos que esta passagem foi usada em 1ª pessoa (eu, Daniel) confirmando sua própria experiência, isto é, ele leu, orou, teve uma revelação e começou a interceder para o povo sair da babilônia.
Como me foi este mistério manifestado pela revelação, como antes um pouco vos escrevi Ef 3:3
Segundo uma revelação - quando começamos a ler e investimos o nosso tempo na leitura, na comunhão, DEUS Se revela todos os servos, pois trata todos iguais e não faz acepção de pessoas. Há diferenças nos dons, mas todos são igualmente revelados. Temos que progredir nos 2: dons e palavra de DEUS.
Quando tropeçamos na palavra, tropeçamos em Cristo - a pedra principal, a verdadeira revelação, assim impedimos DEUS (não por Sua incapacidade mas pelo cavalheirismo da liberdade oriunda do seu amor de não fazer nada pela força) de edificar A Si mesmo em nós.
Que possamos estar sempre progredindo para que a palavra, Jesus encarnado, se forme cada dia mais em nós, nos diminuindo deixando apenas que o Tesouro apareça.
segunda-feira, 19 de maio de 2008
CUIDADOS COM A PALAVRA I
CUIDADOS COM A PALAVRA I
Devemos ter cuidado e verificar o que realmente edifica nossa vida. A bíblia é o instrumento único utilizado para retratar Deus na pessoa de Cristo. As muitas doutrinas criadas por homens ao longo da história podem nos fazer desconsiderar a verdade absoluta que se encerra na palavra de Deus:
“Não acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela...” Deut 4:2
“...não ultrapasseis o que está escrito...” I Cor 4:6
Paulo deixa claro que Cristo é o único fundamento:
“Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo.”I Cor 3:11
Para discernirmos o que ouvimos é só verificarmos o foco da pregação. No livro de Coríntios Paulo faz indagações preciosas sobre o mérito da pregação e de quem é a glória, deixando claro que a revelação não vem de homens e nenhum tem mérito nela:
“Porque, quem te faz diferente? E que tens tu que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te glorias, como se não o houveras recebido?” I Cor 4:7
Muitos desvios vem porque muitos estão atrás de poder e não de palavra, porém quando olhamos as escrituras vemos que Jesus observa que poder é algo que vem após o conhecimento da palavra:
“Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras(1º), nem o poder(2º) de Deus.” Mt 22:29
Conhecer a palavra é conhecer a Cristo , pois toda a escritura só testifica dEle mesmo:
“Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam” Jo 5:39
A revelação
Sem a revelação do Espírito Santo não há como entender a palavra, temos que pegar o tudo de Deus deixado para nós nas escrituras, pois é nas escrituras que todos os tesouros da sabedoria e da ciência estão ocultos (cf Dan 2:20; Col 2:2,3).
Temos que ter em mente que Deus tem o desejo de revelar-Se, porém não devemos atropelar querendo mais do que nos é devido, pois se ultrapassar nossa capacidade podemos sair da centralidade de Cristo e nos tornarmos soberbos. Devemos seguir como diz o cântico "só queremos avançar se for contigo”. A revelação acompanha a maturidade da vida cristã.
Para recebermos a revelação temos que estar praticando duas faculdades básicas que o Espírito Santo coloca nos filhos de Deus: discernimento espiritual (para identificar o que vem e o que não vem de Deus) e a comunhão (para que se manifeste a multiforme sabedoria de Deus). Porque Tudo de Deus começa pelo espírito: “Porque Deus a quem sirvo no meu espírito...”Rom 1:9
Em Mateus quando Jesus indaga os discípulos sobre quem Ele era vemos bem a diferença da interpretação da alma, que consiste na opinião humana, em contraste com a revelação em espírito que Pedro teve:
13 E, chegando Jesus às partes de Cesaréia de Filipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do homem?
14 E eles disseram: Uns, João o Batista; outros, Elias; e outros, Jeremias, ou um dos profetas. (interpretação carnal, da alma)
15 Disse-lhes ele: E vós, quem dizeis que eu sou?
16 E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.(a revelação)
17 E Jesus, respondendo, disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus.
Vemos que a iluminação para o conhecimento é sempre de origem divina
“E falando eles destas coisas, o mesmo Jesus se apresentou no meio deles...Então abriu-lhes o entendimento para compreenderem as Escrituras.”Luc24:36,45
Com a revelação há o esclarecimento da palavra:
“A revelação das tuas palavras dá luz...”Sl 119:130
Devemos tomar cuidado com as faculdades da alma para podermos compreender a revelação de Deus que é espiritual. Devemos saber separar os 3 tipos de vontades: a de Deus a da alma e a do maligno. Temo que estar capacitados através da iluminação vinda das escrituras para saber discernir o que ouvimos utilizando o nome de Deus. Vale lembrar que os de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica porque ouviam e conferiam nas escrituras (cf At 17).
Portanto não se deve fazer como o diabo, que na tentação do deserto pegava um versículo isolado e interpretava da sua própria maneira visando seus interesses egoístas. Paulo exorta em Timóteo para que, assim como Jesus na tentação, que estejamos firmados em toda a escritura e nunca em versículos isolados, pois é assim que se começam nocivas doutrinas que desviam o foco de Cristo.
Que Deus em tudo nas nossas vidas seja glorificado.
“...para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e poder para todo o sempre. Amém.”I Pe 4:11
Devemos ter cuidado e verificar o que realmente edifica nossa vida. A bíblia é o instrumento único utilizado para retratar Deus na pessoa de Cristo. As muitas doutrinas criadas por homens ao longo da história podem nos fazer desconsiderar a verdade absoluta que se encerra na palavra de Deus:
“Não acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela...” Deut 4:2
“...não ultrapasseis o que está escrito...” I Cor 4:6
Paulo deixa claro que Cristo é o único fundamento:
“Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo.”I Cor 3:11
Para discernirmos o que ouvimos é só verificarmos o foco da pregação. No livro de Coríntios Paulo faz indagações preciosas sobre o mérito da pregação e de quem é a glória, deixando claro que a revelação não vem de homens e nenhum tem mérito nela:
“Porque, quem te faz diferente? E que tens tu que não tenhas recebido? E, se o recebeste, por que te glorias, como se não o houveras recebido?” I Cor 4:7
Muitos desvios vem porque muitos estão atrás de poder e não de palavra, porém quando olhamos as escrituras vemos que Jesus observa que poder é algo que vem após o conhecimento da palavra:
“Jesus, porém, respondendo, disse-lhes: Errais, não conhecendo as Escrituras(1º), nem o poder(2º) de Deus.” Mt 22:29
Conhecer a palavra é conhecer a Cristo , pois toda a escritura só testifica dEle mesmo:
“Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam” Jo 5:39
A revelação
Sem a revelação do Espírito Santo não há como entender a palavra, temos que pegar o tudo de Deus deixado para nós nas escrituras, pois é nas escrituras que todos os tesouros da sabedoria e da ciência estão ocultos (cf Dan 2:20; Col 2:2,3).
Temos que ter em mente que Deus tem o desejo de revelar-Se, porém não devemos atropelar querendo mais do que nos é devido, pois se ultrapassar nossa capacidade podemos sair da centralidade de Cristo e nos tornarmos soberbos. Devemos seguir como diz o cântico "só queremos avançar se for contigo”. A revelação acompanha a maturidade da vida cristã.
Para recebermos a revelação temos que estar praticando duas faculdades básicas que o Espírito Santo coloca nos filhos de Deus: discernimento espiritual (para identificar o que vem e o que não vem de Deus) e a comunhão (para que se manifeste a multiforme sabedoria de Deus). Porque Tudo de Deus começa pelo espírito: “Porque Deus a quem sirvo no meu espírito...”Rom 1:9
Em Mateus quando Jesus indaga os discípulos sobre quem Ele era vemos bem a diferença da interpretação da alma, que consiste na opinião humana, em contraste com a revelação em espírito que Pedro teve:
13 E, chegando Jesus às partes de Cesaréia de Filipe, interrogou os seus discípulos, dizendo: Quem dizem os homens ser o Filho do homem?
14 E eles disseram: Uns, João o Batista; outros, Elias; e outros, Jeremias, ou um dos profetas. (interpretação carnal, da alma)
15 Disse-lhes ele: E vós, quem dizeis que eu sou?
16 E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.(a revelação)
17 E Jesus, respondendo, disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus.
Vemos que a iluminação para o conhecimento é sempre de origem divina
“E falando eles destas coisas, o mesmo Jesus se apresentou no meio deles...Então abriu-lhes o entendimento para compreenderem as Escrituras.”Luc24:36,45
Com a revelação há o esclarecimento da palavra:
“A revelação das tuas palavras dá luz...”Sl 119:130
Devemos tomar cuidado com as faculdades da alma para podermos compreender a revelação de Deus que é espiritual. Devemos saber separar os 3 tipos de vontades: a de Deus a da alma e a do maligno. Temo que estar capacitados através da iluminação vinda das escrituras para saber discernir o que ouvimos utilizando o nome de Deus. Vale lembrar que os de Beréia eram mais nobres que os de Tessalônica porque ouviam e conferiam nas escrituras (cf At 17).
Portanto não se deve fazer como o diabo, que na tentação do deserto pegava um versículo isolado e interpretava da sua própria maneira visando seus interesses egoístas. Paulo exorta em Timóteo para que, assim como Jesus na tentação, que estejamos firmados em toda a escritura e nunca em versículos isolados, pois é assim que se começam nocivas doutrinas que desviam o foco de Cristo.
Que Deus em tudo nas nossas vidas seja glorificado.
“...para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e poder para todo o sempre. Amém.”I Pe 4:11
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