O PODER DO PERDÃO
mas o Altíssimo não habita em templos feitos por mãos de homens, como diz o profeta: O céu é meu trono, e a terra o escabelo dos meus pés. Que casa me edificareis, diz o Senhor, ou qual o lugar do meu repouso? Não fez, porventura, a minha mão todas estas coisas? Homens de dura cerviz, e incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo; como o fizeram os vossos pais, assim também vós. A qual dos profetas não perseguiram vossos pais? Até mataram os que dantes anunciaram a vinda do Justo, do qual vós agora vos tornastes traidores e homicidas, vós, que recebestes a lei por ordenação dos anjos, e não a guardastes. Ouvindo eles isto, enfureciam-se em seus corações, e rangiam os dentes contra Estêvão. Mas ele, cheio do Espírito Santo, fitando os olhos no céu, viu a glória de Deus, e Jesus em pé à direita de Deus, e disse: Eis que vejo os céus abertos, e o Filho do homem em pé à direita de Deus. Então eles gritaram com grande voz, taparam os ouvidos, e arremeteram unânimes contra ele e, lançando-o fora da cidade o apedrejavam. E as testemunhas depuseram as suas vestes aos pés de um mancebo chamado Saulo. Apedrejavam, pois, a Estêvão que orando, dizia: Senhor Jesus, recebe o meu espírito. E pondo-se de joelhos, clamou com grande voz: Senhor, não lhes imputes este pecado. Tendo dito isto, adormeceu. E Saulo consentia na sua morte. Atos 7:48-60
Importante é observar na mencionada passagem que Estevão viu a glória de Cristo enquanto era apedrejado - isto é num momento de intenso incômodo e sofrimento na carne. Apesar de qualquer da dor que lhe causavam clamou ao Senhor que ELE perdoasse o pecado dos agressores.
Notório é que para agir desta forma Estevão adquiriu uma maturidade espiritual devido à comunhão com DEUS - nem mesmo as dores físicas e a humilhação lhe eram incômodas, o que o fez ignorar a dor antes da morte para ainda interceder pelo pecado dos que o estavam machucando.
Interessante ressaltar a visão de Estevão já totalmente contrária à visão do homem natural, que atende compulsoriamente seus próprios interesses. Ao invés de abrir mão de si mesmo, poderia ter pleiteado ao PAI o alívio de sua própria dor, e que as pessoas parassem de agredi-lo e fossem embora para que continuasse sua vida sem maiores transtornos. Ao contrário, ele não foi egoísta, mas pediu perdão pelos outros após ver a glória de Deus – conforme Jesus em Lucas 23:33-34
Quando chegaram ao lugar chamado Caveira, ali o crucificaram, a ele e também aos malfeitores, um à direita e outro à esquerda. Jesus, porém, dizia: Pai, perdoa-lhes; porque não sabem o que fazem. Então repartiram as vestes dele, deitando sortes sobre elas.
Jesus no momento de aflição da cruz orou ao DEUS PAI pedindo perdão pelas pessoas que não tinham consciência do que faziam, isto é, Jesus JUSTIFICAVA pelo seu sangue o pecado alheio. Cabe ao homem reconhecer a imensidão desta bênção e viver a vida que ELE nos concedeu nos incluindo em tal morte e ressurreição.
sábado, 20 de setembro de 2008
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
A ESCOLA DO SENHOR I
A ESCOLA DO SENHOR I
E ele o quebrará como se quebra o vaso do oleiro e, quebrando-o, não se compadecerá; de modo que não se achará entre os seus pedaços um caco para tomar fogo do lar, ou tirar água da poça. Is 30:14
Começo da vida cristã, a regeneração.Geralmente estes momentos iniciais são marcados por uma demasiada euforia oriunda da novidade da vida de Cristo em nós. Neste início geralmente somos como deveríamos ser por toda nossa vida cristã neste planeta, dependentes de Deus, alegres e com pouco ou nenhum medo das coisas em geral.
Christian Chen define bem esses momentos iniciais:
“a princípio por causa da nossa fraqueza e desconhecimento da palavra o Senhor concede a Sua presença e o recém-convertido a desfruta. Porém, se vier a tornar-se dependente desta sensação, esta pessoa amará mais a sensação do que o próprio Senhor.”
Após estes momentos iniciais da carreira cristã alguns irmãos passam por um processo que S. João da Cruz chamou de noite escura da alma. O próprio Christian Chen continua o texto citado dizendo:
“às vezes passamos por um período semelhante a um túnel escuro, é como se o Senhor nos conduzisse por este túnel, não sentimos nada.”
Este processo é a escola do Senhor para nós, pois é exatamente aqui que começa o trabalho de Deus em nos moldar, pois Ele nunca começa construindo mas sempre destruindo, primeiro Ele acaba com o que não presta (nós) para podermos refletir de fato Sua vida e isto não por uma empolgação sensória, algo tátil, mas apenas pela certeza da fé.
Como se dá isso?
Neste processo Deus normalmente começa na ferida, onde dói mais, naquilo que nos dá a sensação de estarmos nos afogando e não há solução que nos permita respirar.
E ele o quebrará como se quebra o vaso do oleiro e, quebrando-o, não se compadecerá; de modo que não se achará entre os seus pedaços um caco para tomar fogo do lar, ou tirar água da poça. Is 30:14
Começa com uma sensação de vazio, não se repara a presença de Deus apesar dEle nunca nos abandonar. Quando isto começa nos oramos, nos confessamos, questionamos, por que, por que disso tudo? Pensamos que é algum atrito ou pecado não colocado diante do trono divino, pedimos perdão para nossos irmãos pelas menores e maiores coisas possíveis e pensamos que vai ficar tudo bem, mas nada acontece, na verdade tudo piora. Quando achamos que não tem mais nada para piorar algo mais trágico acontece. Aqui muitas vezes já nos afastamos de Deus, nos tornamos sarcásticos, irônicos, pessimistas. Tomamos atitudes conscientemente equivocadas com um intuito subentendido de “colocar Deus contra a parede”, quer dizer, “senão fizer isso que eu peço, peco com este corpo e vida que o Senhor salvou com tanto amor e sacrifício”. Infelizmente isto é tão ridículo quanto comum, apesar de ser uma atitude bem idiota.
Então fica a pergunta, o que devemos fazer?
Nada, pois estas trevas, esta escuridão é colocada por Deus e somente Ele pode dissipar no Seu tempo.
Quando andar em trevas, e não tiver luz nenhuma, confie no nome do SENHOR, e firme-se sobre o seu Deus. Is 50:10
Em outra versão também muito elucidativa é colocado assim
aqueles que caminham no escuro, privados de luz, confiem no nome do Senhor e contem com o seu Deus Is 50:10
Nenhuma trevas é mais tenebrosa do que esta, estas trevas não são resolvidas com uma repreensão divina como as que são colocadas por satanás. Essas trevas só podem ser dissipadas por Ele mesmo e somente quando acabarem a obra destinada a cumprirem. Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la Fil 1:6. Deus nunca desiste de nós, nenhum filho de Deus passa sem que Deus se faça entendido.
O máximo que podemos fazer é buscar e perseverar e procurar manter a alma quieta diante de Deus e confiante, Is 50:10 diz o que ocorre e dá a receita confiem no nome do Senhor e contem com o seu Deus. O próprio São João da Cruz dizia que quem está fazendo isto já está fazendo muita coisa e quem tenta fazer algo por si só está perdendo tempo.
Alguém também pode perguntar, mas por que disto, é necessário tudo isto?
Porque provavelmente é o único jeito que temos de enxergar e viver uma vida em Cristo mais plena. Não é questão de falta de poder de Deus em fazer de outro jeito, mas sim questão de coerência: Deus puro, maravilhoso e lindo não pode dividir espaço com a podridão do meu achismo medíocre e hipócrita. Neste processo Deus limpa coisas escondidas no fundo da nossa alma, Ele destrói tudo aquilo que não presta, não é apenas uma correção, mas sim uma substituição de vida plena. Jader C. M. dizia que um prédio para ser bem construído tem que primeiro ser todo demolido o antigo para que se faça um perfeito totalmente novo.
A insistência pode continuar, mas precisamos disto tudo?
Agostinho de Hipona disse: somente melhoro quando com gemidos interiores e desgostoso de mim mesmo invoco Tua misericórdia até que seja sanada minha indigência e até alcançar aquela paz que o coração soberbo desconhece.
Nunca cheio de nós mesmos podemos ir bem, Agostinho continua:
Quando confessamos nossas misérias e reconhecemos tua misericórdia para conosco manifestamos o nosso amor por ti, afim de que leves a termo a libertação que iniciaste, e deixando de ser infelizes em nós, sejamos felizes em ti.
Nunca podemos prosseguir cheios de nós mesmos, ele ainda completa:
Quando confessamos nossas misérias e reconhecemos tua misericórdia para conosco, manifestamos o nosso amor por ti, a fim de que leves a termo a libertação que iniciaste, e deixando de ser infelizes em nós, sejamos felizes em ti
Perguntar é normal, até mesmo Jesus no auge do seu sofrimento indagou “Deus meu Deus meu por que me desamparaste”Mt 27:46, porém a resposta não foi oral e sim prática, Deus não respondeu com palavras mas sim com uma cruz e muitas vezes é esta a resposta que Ele tem para nós, uma cruz, cruz de aparente derrota, mas que nos leva a vitória, a coroa em Cristo Jesus.
Há de se considerar também que numa perspectiva bíblica só produzimos vida no próximo através dos nossos sofrimentos, o Pablo bem observa que o irmão que já passou por muitas provas tem uma experiência totalmente diferente e uma capacidade de produzir vida, de abençoar o próximo com seu exemplo bem superior daquele irmão não menos importante porém menos calejado deste tratamento de Deus que exalta Cristo em nós.
Em suma Deus não abdica de revelar-Se e de nos tornar dependentes da Sua vontade, o não mais eu, mas Cristo é um processo único no espírito, mas diário na alma. Este processo é para ser vivido por fé, que também não é um sentimento, mas a base de um relacionamento com uma Pessoa.
Winkie Pratney definiu bem o que é fé:
“a fé não é algo a que nos agarramos, mas alguém que nos segura”
Que possamos perseverar e passar com alegria pela escola do Senhor
E ele o quebrará como se quebra o vaso do oleiro e, quebrando-o, não se compadecerá; de modo que não se achará entre os seus pedaços um caco para tomar fogo do lar, ou tirar água da poça. Is 30:14
Começo da vida cristã, a regeneração.Geralmente estes momentos iniciais são marcados por uma demasiada euforia oriunda da novidade da vida de Cristo em nós. Neste início geralmente somos como deveríamos ser por toda nossa vida cristã neste planeta, dependentes de Deus, alegres e com pouco ou nenhum medo das coisas em geral.
Christian Chen define bem esses momentos iniciais:
“a princípio por causa da nossa fraqueza e desconhecimento da palavra o Senhor concede a Sua presença e o recém-convertido a desfruta. Porém, se vier a tornar-se dependente desta sensação, esta pessoa amará mais a sensação do que o próprio Senhor.”
Após estes momentos iniciais da carreira cristã alguns irmãos passam por um processo que S. João da Cruz chamou de noite escura da alma. O próprio Christian Chen continua o texto citado dizendo:
“às vezes passamos por um período semelhante a um túnel escuro, é como se o Senhor nos conduzisse por este túnel, não sentimos nada.”
Este processo é a escola do Senhor para nós, pois é exatamente aqui que começa o trabalho de Deus em nos moldar, pois Ele nunca começa construindo mas sempre destruindo, primeiro Ele acaba com o que não presta (nós) para podermos refletir de fato Sua vida e isto não por uma empolgação sensória, algo tátil, mas apenas pela certeza da fé.
Como se dá isso?
Neste processo Deus normalmente começa na ferida, onde dói mais, naquilo que nos dá a sensação de estarmos nos afogando e não há solução que nos permita respirar.
E ele o quebrará como se quebra o vaso do oleiro e, quebrando-o, não se compadecerá; de modo que não se achará entre os seus pedaços um caco para tomar fogo do lar, ou tirar água da poça. Is 30:14
Começa com uma sensação de vazio, não se repara a presença de Deus apesar dEle nunca nos abandonar. Quando isto começa nos oramos, nos confessamos, questionamos, por que, por que disso tudo? Pensamos que é algum atrito ou pecado não colocado diante do trono divino, pedimos perdão para nossos irmãos pelas menores e maiores coisas possíveis e pensamos que vai ficar tudo bem, mas nada acontece, na verdade tudo piora. Quando achamos que não tem mais nada para piorar algo mais trágico acontece. Aqui muitas vezes já nos afastamos de Deus, nos tornamos sarcásticos, irônicos, pessimistas. Tomamos atitudes conscientemente equivocadas com um intuito subentendido de “colocar Deus contra a parede”, quer dizer, “senão fizer isso que eu peço, peco com este corpo e vida que o Senhor salvou com tanto amor e sacrifício”. Infelizmente isto é tão ridículo quanto comum, apesar de ser uma atitude bem idiota.
Então fica a pergunta, o que devemos fazer?
Nada, pois estas trevas, esta escuridão é colocada por Deus e somente Ele pode dissipar no Seu tempo.
Quando andar em trevas, e não tiver luz nenhuma, confie no nome do SENHOR, e firme-se sobre o seu Deus. Is 50:10
Em outra versão também muito elucidativa é colocado assim
aqueles que caminham no escuro, privados de luz, confiem no nome do Senhor e contem com o seu Deus Is 50:10
Nenhuma trevas é mais tenebrosa do que esta, estas trevas não são resolvidas com uma repreensão divina como as que são colocadas por satanás. Essas trevas só podem ser dissipadas por Ele mesmo e somente quando acabarem a obra destinada a cumprirem. Estou plenamente certo de que aquele que começou boa obra em vós há de completá-la Fil 1:6. Deus nunca desiste de nós, nenhum filho de Deus passa sem que Deus se faça entendido.
O máximo que podemos fazer é buscar e perseverar e procurar manter a alma quieta diante de Deus e confiante, Is 50:10 diz o que ocorre e dá a receita confiem no nome do Senhor e contem com o seu Deus. O próprio São João da Cruz dizia que quem está fazendo isto já está fazendo muita coisa e quem tenta fazer algo por si só está perdendo tempo.
Alguém também pode perguntar, mas por que disto, é necessário tudo isto?
Porque provavelmente é o único jeito que temos de enxergar e viver uma vida em Cristo mais plena. Não é questão de falta de poder de Deus em fazer de outro jeito, mas sim questão de coerência: Deus puro, maravilhoso e lindo não pode dividir espaço com a podridão do meu achismo medíocre e hipócrita. Neste processo Deus limpa coisas escondidas no fundo da nossa alma, Ele destrói tudo aquilo que não presta, não é apenas uma correção, mas sim uma substituição de vida plena. Jader C. M. dizia que um prédio para ser bem construído tem que primeiro ser todo demolido o antigo para que se faça um perfeito totalmente novo.
A insistência pode continuar, mas precisamos disto tudo?
Agostinho de Hipona disse: somente melhoro quando com gemidos interiores e desgostoso de mim mesmo invoco Tua misericórdia até que seja sanada minha indigência e até alcançar aquela paz que o coração soberbo desconhece.
Nunca cheio de nós mesmos podemos ir bem, Agostinho continua:
Quando confessamos nossas misérias e reconhecemos tua misericórdia para conosco manifestamos o nosso amor por ti, afim de que leves a termo a libertação que iniciaste, e deixando de ser infelizes em nós, sejamos felizes em ti.
Nunca podemos prosseguir cheios de nós mesmos, ele ainda completa:
Quando confessamos nossas misérias e reconhecemos tua misericórdia para conosco, manifestamos o nosso amor por ti, a fim de que leves a termo a libertação que iniciaste, e deixando de ser infelizes em nós, sejamos felizes em ti
Perguntar é normal, até mesmo Jesus no auge do seu sofrimento indagou “Deus meu Deus meu por que me desamparaste”Mt 27:46, porém a resposta não foi oral e sim prática, Deus não respondeu com palavras mas sim com uma cruz e muitas vezes é esta a resposta que Ele tem para nós, uma cruz, cruz de aparente derrota, mas que nos leva a vitória, a coroa em Cristo Jesus.
Há de se considerar também que numa perspectiva bíblica só produzimos vida no próximo através dos nossos sofrimentos, o Pablo bem observa que o irmão que já passou por muitas provas tem uma experiência totalmente diferente e uma capacidade de produzir vida, de abençoar o próximo com seu exemplo bem superior daquele irmão não menos importante porém menos calejado deste tratamento de Deus que exalta Cristo em nós.
Em suma Deus não abdica de revelar-Se e de nos tornar dependentes da Sua vontade, o não mais eu, mas Cristo é um processo único no espírito, mas diário na alma. Este processo é para ser vivido por fé, que também não é um sentimento, mas a base de um relacionamento com uma Pessoa.
Winkie Pratney definiu bem o que é fé:
“a fé não é algo a que nos agarramos, mas alguém que nos segura”
Que possamos perseverar e passar com alegria pela escola do Senhor
domingo, 17 de agosto de 2008
COMUNHÃO, DESCANSO, REVELAÇÃO
COMUNHÃO, DESCANSO, REVELAÇÃO
Mateus, capítulo 26: 31-40
Então chegou Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani, e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto vou além orar. E, levando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se muito. Então lhes disse: A minha alma está cheia de tristeza até a morte; ficai aqui, e velai comigo. E, indo um pouco mais para diante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres. E, voltando para os seus discípulos, achou-os adormecidos; e disse a Pedro: Então nem uma hora pudeste velar comigo? Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca. E, indo segunda vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a tua vontade. E, voltando, achou-os outra vez adormecidos; porque os seus olhos estavam pesados. E, deixando-os de novo, foi orar pela terceira vez, dizendo as mesmas palavras. Então chegou junto dos seus discípulos, e disse-lhes: Dormi agora, e repousai; eis que é chegada a hora, e o Filho do homem será entregue nas mãos dos pecadores.
A palavra de DEUS nos mostra que Jesus enquanto estava na Terra constantemente priorizava a comunhão. Ele não gostava da solidão, nunca estava sozinho, todo momento o Senhor estava em comunhão com alguém, ou com o Pai ou com os Seus discípulos. É interessante que por vezes queremos ficar sozinhos, sem ninguém, nem irmãos, nem o Senhor, pensamos: “vou viajar sozinho, não quero ver ninguém”, vemos que isto é natural da pessoa e contrário a natureza de Cristo. Na passagem acima vemos Jesus chamando para mais perto seus discípulos.
Também observamos que o Senhor, devido à prévia ciência da intensa dor que viria a sofrer em sua crucificação, solicitou a três deles que fossem compartilhar junto a ELE o momento de angústia que estava sofrendo, porém os mesmos dormiram e Jesus questiona que nem uma hora houve tempo para vigiar/estar com Ele apesar de tudo que passaram juntos e todas as maravilhas que viram o Deus encarnado operar.
Vemos claramente nesta passagem a incapacidade humana, apesar dos discípulos terem sido escolhidos por Deus, em si mesmos não conseguiam realizar nada. O exemplo deles não poderia ser mais claro, na hora que Jesus mais precisou eles dormiram. Coloque-se naquela situação, na hora que Jesus mais precisa você o abandona. Vemos aqui a suficiência do Cordeiro que sozinho completou todo o desígnio do Pai. Vemos também a impossibilidade de dar qualquer legalismo humano ao evangelho, pois o mesmo só reflete nosso fracasso em executar algo por força própria.
A condição não vem de nós, não é pelos nossos méritos, aqueles discípulos estavam dia e noite com Ele e falharam. A grandeza da revelação começa em entender que tudo depende dEle e da Sua obra redentora. O próprio Paulo, o grande apóstolo Paulo observa “miserável homem que eu sou...sou o pior dos pecadores...” Paulo entendeu sua incapacidade e que sem a dependência do Mestre o fracasso era certo. O Senhor sabia que sem Ele os discípulos não tinham condição nenhuma, nem ninguém têm. Jesus sabia que seus escolhidos se perderiam sem Ele. Assim que viu a situação, quando foi abandonado pelos seus orou ao Pai “Pai esse cálice não pode passar de mim, eles não tem condição nenhuma sozinhos” Se Jesus não fizesse o que estava predestinado a fazer estaríamos perdidos, se não morresse naquela cruz para poder habitar em nós, não haveria possibilidade de vitória sobre qualquer situação.
A condição de vitória está contida exclusivamente no sangue suficiente do Cordeiro sem pecado. Não parte da de estarmos bem, se fosse assim não passaria de uma mera religião. Geralmente pensamos que estamos prontos quando estamos fazendo tudo certinho e que isto se torna uma prerrogativa para nossa obra. Isto é legalismo, se depender de nós não passamos de meros religiosos, alguém que quer estar bem com seu ego “ah estou bem, faço tudo correto”. O jovem rico achou que a condição estava nele mesmo, ninguém o condenava, um simples convite do Senhor mostrou o fracasso da sua intenção.
Nem a oração que fazemos parte de nós mesmos, a verdadeira oração é algo que vem do Espírito, oriundo dEle e retorna pra Ele. Se a oração partir de nós mesmos só iremos pedir. Quando o Senhor transborda de nós é aí que vem as orações mais sinceras, verdadeiramente em Espírito e que realmente agrada a Deus e chega como incenso nos céus. È aí que podemos ouvir do Senhor “é isso que eu quero de você”(comunhão, verdadeira comunhão em um coração voltado pra Deus sem interesse).
Todos nós que já fomos crucificados com Cristo temos Espírito, se permitirmos que o Espírito avance Ele está pronto, mas a carne é fraca. Logo, temos muita dificuldade de andarmos nos caminhos que o SENHOR preparou para nós. A condição que nos faz andar neste caminho não parte da nossa insignificância, mas do amor de JESUS.
Quando fazemos algo para o Senhor percebemos que a iniciativa partiu do Espírito Santo, não influenciamos de acordo com nossas falhas vontades e a glória vai toda pra Ele. Divergente de quando fazemos coisas por nossas próprias mãos, quando a glória é para nós e não tem validade alguma para o SENHOR. Obra vinda de nós não dá frutos e é pesada, a do SENHOR é dELE através de nós, o que não causa fardo e nem mesmo percebemos.
O espírito está pronto, e é como se tivéssemos na sala, mas com a luz apagada. Quando esta acende vemos tudo, mas na escuridão não podemos enxergar. Quando estamos iluminados pela luz do SENHOR iremos enxergar todo e desfrutar de bênçãos que nem temos capacidade para imaginarmos. É nos libertarmos de nós mesmos e começarmos a agir sem perceber, porque é o Senhor operando em nós por e para ELE. Assim nos livramos de ficar utilizando nossa legalismo tentar fazer algo e depois chegar diante de Deus dizendo “Senhor fiz muita coisa” e ouvir “de fato você fez mas eu não mandei você fazer nada, isso tudo não tem valor nenhum..."
Certa vez muito envolvido com meus afazeres de trabalho pedi ao Senhor para me mostrar como Ele estava me vendo. Ele me deu a graça de enxergar como eu estava totalmente envolvido com minha própria vida. Pude ouvir Ele dizer “você diz que me tem mas está preso consigo mesmo e Eu vim pra te libertar de você mesmo.” A maior prisão que o homem pode desfrutar é a própria vida, onde há legalidade de estar bem com o Senhor, de andar corretamente diante de DEUS, e não porque o Espírito nos atraiu. Para andarmos conforme a vontade dELE devemos crer na vida de CRISTO em nós, que nos fará descansar NO SENHOR.
Não há como andarmos corretos na perspectiva divina. Quando Ele disse “aquele crer e for batizado será salvo, mas quem não crer já está condenado”. Que crer é este? É o crer da vida de Cristo dentro de nós, esta vida que não tem princípio nem meio nem fim. Com isto no coração podemos quebrar um monte de correntes, não vamos nos cansar, não vamos nos fatigar, não vamos nos esforçar para alcançar a vitória. Certa vez tive uma experiência com minha esposa, ela disse: “mas eu me esforço, faço tudo que você que quer...” Respondi: “mas é este exatamente o problema, você está se esforçando” Ela ficou sem entender e pediu para eu explicar, eu respondi “mas eu não posso te explicar, isto só Ele pode te mostrar”. E ela insistia que não entendia e pedia para eu explicar até que se esvaziou dela mesmo e pode receber a revelação, não fui eu que expliquei e sim o Senhor que revelou. Não adianta querer empurrar goela abaixo da pessoa. Por vezes por vivermos uma experiência maravilhosa em Cristo queremos que o próximo tenha e tentamos forçar a pessoa a entender aquilo, nos empolgamos e queremos a mesma coisa pra todas as pessoas e não é assim. Não adianta, pois não tem receita nem metodologia. Se fosse assim Jesus não precisava ter morrido na cruz, o Criador não é um comprimido que você usa para medicar a pessoa de qualquer jeito. Só o espírito pode conduzir alguém a revelação, devemos ter a paciência de deixar o Espírito fluir.
Mateus, capítulo 26: 31-40
Então chegou Jesus com eles a um lugar chamado Getsêmani, e disse a seus discípulos: Assentai-vos aqui, enquanto vou além orar. E, levando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, começou a entristecer-se e a angustiar-se muito. Então lhes disse: A minha alma está cheia de tristeza até a morte; ficai aqui, e velai comigo. E, indo um pouco mais para diante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se é possível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas como tu queres. E, voltando para os seus discípulos, achou-os adormecidos; e disse a Pedro: Então nem uma hora pudeste velar comigo? Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca. E, indo segunda vez, orou, dizendo: Pai meu, se este cálice não pode passar de mim sem eu o beber, faça-se a tua vontade. E, voltando, achou-os outra vez adormecidos; porque os seus olhos estavam pesados. E, deixando-os de novo, foi orar pela terceira vez, dizendo as mesmas palavras. Então chegou junto dos seus discípulos, e disse-lhes: Dormi agora, e repousai; eis que é chegada a hora, e o Filho do homem será entregue nas mãos dos pecadores.
A palavra de DEUS nos mostra que Jesus enquanto estava na Terra constantemente priorizava a comunhão. Ele não gostava da solidão, nunca estava sozinho, todo momento o Senhor estava em comunhão com alguém, ou com o Pai ou com os Seus discípulos. É interessante que por vezes queremos ficar sozinhos, sem ninguém, nem irmãos, nem o Senhor, pensamos: “vou viajar sozinho, não quero ver ninguém”, vemos que isto é natural da pessoa e contrário a natureza de Cristo. Na passagem acima vemos Jesus chamando para mais perto seus discípulos.
Também observamos que o Senhor, devido à prévia ciência da intensa dor que viria a sofrer em sua crucificação, solicitou a três deles que fossem compartilhar junto a ELE o momento de angústia que estava sofrendo, porém os mesmos dormiram e Jesus questiona que nem uma hora houve tempo para vigiar/estar com Ele apesar de tudo que passaram juntos e todas as maravilhas que viram o Deus encarnado operar.
Vemos claramente nesta passagem a incapacidade humana, apesar dos discípulos terem sido escolhidos por Deus, em si mesmos não conseguiam realizar nada. O exemplo deles não poderia ser mais claro, na hora que Jesus mais precisou eles dormiram. Coloque-se naquela situação, na hora que Jesus mais precisa você o abandona. Vemos aqui a suficiência do Cordeiro que sozinho completou todo o desígnio do Pai. Vemos também a impossibilidade de dar qualquer legalismo humano ao evangelho, pois o mesmo só reflete nosso fracasso em executar algo por força própria.
A condição não vem de nós, não é pelos nossos méritos, aqueles discípulos estavam dia e noite com Ele e falharam. A grandeza da revelação começa em entender que tudo depende dEle e da Sua obra redentora. O próprio Paulo, o grande apóstolo Paulo observa “miserável homem que eu sou...sou o pior dos pecadores...” Paulo entendeu sua incapacidade e que sem a dependência do Mestre o fracasso era certo. O Senhor sabia que sem Ele os discípulos não tinham condição nenhuma, nem ninguém têm. Jesus sabia que seus escolhidos se perderiam sem Ele. Assim que viu a situação, quando foi abandonado pelos seus orou ao Pai “Pai esse cálice não pode passar de mim, eles não tem condição nenhuma sozinhos” Se Jesus não fizesse o que estava predestinado a fazer estaríamos perdidos, se não morresse naquela cruz para poder habitar em nós, não haveria possibilidade de vitória sobre qualquer situação.
A condição de vitória está contida exclusivamente no sangue suficiente do Cordeiro sem pecado. Não parte da de estarmos bem, se fosse assim não passaria de uma mera religião. Geralmente pensamos que estamos prontos quando estamos fazendo tudo certinho e que isto se torna uma prerrogativa para nossa obra. Isto é legalismo, se depender de nós não passamos de meros religiosos, alguém que quer estar bem com seu ego “ah estou bem, faço tudo correto”. O jovem rico achou que a condição estava nele mesmo, ninguém o condenava, um simples convite do Senhor mostrou o fracasso da sua intenção.
Nem a oração que fazemos parte de nós mesmos, a verdadeira oração é algo que vem do Espírito, oriundo dEle e retorna pra Ele. Se a oração partir de nós mesmos só iremos pedir. Quando o Senhor transborda de nós é aí que vem as orações mais sinceras, verdadeiramente em Espírito e que realmente agrada a Deus e chega como incenso nos céus. È aí que podemos ouvir do Senhor “é isso que eu quero de você”(comunhão, verdadeira comunhão em um coração voltado pra Deus sem interesse).
Todos nós que já fomos crucificados com Cristo temos Espírito, se permitirmos que o Espírito avance Ele está pronto, mas a carne é fraca. Logo, temos muita dificuldade de andarmos nos caminhos que o SENHOR preparou para nós. A condição que nos faz andar neste caminho não parte da nossa insignificância, mas do amor de JESUS.
Quando fazemos algo para o Senhor percebemos que a iniciativa partiu do Espírito Santo, não influenciamos de acordo com nossas falhas vontades e a glória vai toda pra Ele. Divergente de quando fazemos coisas por nossas próprias mãos, quando a glória é para nós e não tem validade alguma para o SENHOR. Obra vinda de nós não dá frutos e é pesada, a do SENHOR é dELE através de nós, o que não causa fardo e nem mesmo percebemos.
O espírito está pronto, e é como se tivéssemos na sala, mas com a luz apagada. Quando esta acende vemos tudo, mas na escuridão não podemos enxergar. Quando estamos iluminados pela luz do SENHOR iremos enxergar todo e desfrutar de bênçãos que nem temos capacidade para imaginarmos. É nos libertarmos de nós mesmos e começarmos a agir sem perceber, porque é o Senhor operando em nós por e para ELE. Assim nos livramos de ficar utilizando nossa legalismo tentar fazer algo e depois chegar diante de Deus dizendo “Senhor fiz muita coisa” e ouvir “de fato você fez mas eu não mandei você fazer nada, isso tudo não tem valor nenhum..."
Certa vez muito envolvido com meus afazeres de trabalho pedi ao Senhor para me mostrar como Ele estava me vendo. Ele me deu a graça de enxergar como eu estava totalmente envolvido com minha própria vida. Pude ouvir Ele dizer “você diz que me tem mas está preso consigo mesmo e Eu vim pra te libertar de você mesmo.” A maior prisão que o homem pode desfrutar é a própria vida, onde há legalidade de estar bem com o Senhor, de andar corretamente diante de DEUS, e não porque o Espírito nos atraiu. Para andarmos conforme a vontade dELE devemos crer na vida de CRISTO em nós, que nos fará descansar NO SENHOR.
Não há como andarmos corretos na perspectiva divina. Quando Ele disse “aquele crer e for batizado será salvo, mas quem não crer já está condenado”. Que crer é este? É o crer da vida de Cristo dentro de nós, esta vida que não tem princípio nem meio nem fim. Com isto no coração podemos quebrar um monte de correntes, não vamos nos cansar, não vamos nos fatigar, não vamos nos esforçar para alcançar a vitória. Certa vez tive uma experiência com minha esposa, ela disse: “mas eu me esforço, faço tudo que você que quer...” Respondi: “mas é este exatamente o problema, você está se esforçando” Ela ficou sem entender e pediu para eu explicar, eu respondi “mas eu não posso te explicar, isto só Ele pode te mostrar”. E ela insistia que não entendia e pedia para eu explicar até que se esvaziou dela mesmo e pode receber a revelação, não fui eu que expliquei e sim o Senhor que revelou. Não adianta querer empurrar goela abaixo da pessoa. Por vezes por vivermos uma experiência maravilhosa em Cristo queremos que o próximo tenha e tentamos forçar a pessoa a entender aquilo, nos empolgamos e queremos a mesma coisa pra todas as pessoas e não é assim. Não adianta, pois não tem receita nem metodologia. Se fosse assim Jesus não precisava ter morrido na cruz, o Criador não é um comprimido que você usa para medicar a pessoa de qualquer jeito. Só o espírito pode conduzir alguém a revelação, devemos ter a paciência de deixar o Espírito fluir.
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sábado, 9 de agosto de 2008
O PERIGO DO DINHEIRO
O PERIGO DO DINHEIRO
"Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre." 1 João 2:15-17
O mundo mencionado é o sistema operacional implantado. “O mundo jaz no maligno.”.
Então a Palavra do Senhor nos diz que a concupiscência, que é tudo que gera pecado no homem, não deve ser atendida pelo cristão. Ao contrário, não devemos amar o mundo nem viver a mercê do sistema.
Este sistema desvencilhado de Cristo funciona através do dinheiro, onde existe total fixação e empenho de energia das pessoas. Ocorre que o dinheiro é um meio, não um fim. Quando não se tem essa consciência, o inimigo encontra uma brecha fácil de entrada para que não andemos no caminho que o Senhor nos preparou de antemão (Ef 4:27: “não deis lugar ao diabo”).
Em Eclesiastes 5:10 vemos que
Quem amar o dinheiro jamais dele se fartará; e quem amar a abundância nunca se fartará da renda; também isto é vaidade.
Vaidade=futilidade, Como dizia Jader C. M. "Vaidade é dar valor a algo que de fato não tem valor"
E em 1 Timóteo 6:9-10 o Senhor nos alerta pelos riscos que a ganância pelo dinheiro nos faz passar:
Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.
É comum vermos na mídia uma propaganda incessante do consumo de coisas desnecessárias, onde os indivíduos são acostumados desde a infância a associar que a felicidade é diretamente relacionada ao dinheiro. Consequentemente é comum vermos que alguns adquirirem dívidas para satisfazerem a vontade de possuir algo muitas vezes dispensável. Em Romanos 13:8 podemos verificar que não nos é cabível dever coisa alguma, exceto amor.
A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei.
Podemos argumentar que precisamos adquirir diversos bens e serviços cabíveis para convivermos em sociedade, o que não é incorreto este raciocínio, porém precisamos ter firme em nossos corações que é a benção de DEUS que enriquece: Primeira parte de Deuteronômio 8:18 diz "Antes te lembrarás do SENHOR teu Deus, que ele é o que te dá força para adquirires riqueza"
Logo, devemos olhar sempre para CRISTO para termos a abundância que vem dELE mesmo, como está descrito em Filipenses 4:12-13
Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade. bPosso todas as coisas em Cristo que me fortalece.
"Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre." 1 João 2:15-17
O mundo mencionado é o sistema operacional implantado. “O mundo jaz no maligno.”.
Então a Palavra do Senhor nos diz que a concupiscência, que é tudo que gera pecado no homem, não deve ser atendida pelo cristão. Ao contrário, não devemos amar o mundo nem viver a mercê do sistema.
Este sistema desvencilhado de Cristo funciona através do dinheiro, onde existe total fixação e empenho de energia das pessoas. Ocorre que o dinheiro é um meio, não um fim. Quando não se tem essa consciência, o inimigo encontra uma brecha fácil de entrada para que não andemos no caminho que o Senhor nos preparou de antemão (Ef 4:27: “não deis lugar ao diabo”).
Em Eclesiastes 5:10 vemos que
Quem amar o dinheiro jamais dele se fartará; e quem amar a abundância nunca se fartará da renda; também isto é vaidade.
Vaidade=futilidade, Como dizia Jader C. M. "Vaidade é dar valor a algo que de fato não tem valor"
E em 1 Timóteo 6:9-10 o Senhor nos alerta pelos riscos que a ganância pelo dinheiro nos faz passar:
Mas os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.
É comum vermos na mídia uma propaganda incessante do consumo de coisas desnecessárias, onde os indivíduos são acostumados desde a infância a associar que a felicidade é diretamente relacionada ao dinheiro. Consequentemente é comum vermos que alguns adquirirem dívidas para satisfazerem a vontade de possuir algo muitas vezes dispensável. Em Romanos 13:8 podemos verificar que não nos é cabível dever coisa alguma, exceto amor.
A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei.
Podemos argumentar que precisamos adquirir diversos bens e serviços cabíveis para convivermos em sociedade, o que não é incorreto este raciocínio, porém precisamos ter firme em nossos corações que é a benção de DEUS que enriquece: Primeira parte de Deuteronômio 8:18 diz "Antes te lembrarás do SENHOR teu Deus, que ele é o que te dá força para adquirires riqueza"
Logo, devemos olhar sempre para CRISTO para termos a abundância que vem dELE mesmo, como está descrito em Filipenses 4:12-13
Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade. bPosso todas as coisas em Cristo que me fortalece.
terça-feira, 29 de julho de 2008
CUIDADOS COM A PALAVRA II
CUIDADOS COM A PALAVRA II
Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido, E que desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus. Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.II Tim 3:14-17
O homem tem uma alma que torna sua personalidade única, porém a palavra de Deus é algo do Espírito quando este habita no homem. Devemos tomar extremo cuidado para que a alma não intervenha no trabalho que o Espírito faz através do homem.
Para comermos uma sopa quente precisamos de uma ferramenta que é a colher. Ninguém irá comer a sopa retirada diretamente do centro do prato (que está fervendo), mas vai retirar o conteúdo pelas beiradas e assoprar antes de colocar na boca. Então a palavra de DEUS é dessa maneira: Precisa de ferramentas para que se possamos compreender e de uma proporção certa de ingerir e digerir. É comum cristãos questionarem os motivos de não terem entendido certas coisas no primeiro momento de suas conversões. Isto ocorre frequentemente, pois o ESPÍRITO SANTO usa e avança na pessoa de forma particular revelando tudo ao seu tempo. Ele utiliza Suas ferramentas que estão nEle na vida de cada membro do CORPO DE CRISTO.
Quando falamos com na nossa própria força não trazemos revelação porque podemos mencionar banalidades, por exemplo: quando queremos explicar que Igreja é formada por pessoas e não é uma casa de tijolos. Apesar do conceito certo podemos errar na forma de nos expressar. Em Atos 10 vemos o registro do Espírito Santo, da Sua própria forma e no Seu tempo iluminando a família de Cornélio para a conversão de todos. Outro exemplo é dizer “Feche a porta da Igreja”. Isto apesar de comum é incorreto. Não podemos fechar a porta da Igreja porque esta é espiritual, é o corpo de Cristo, é o somatório de todos os filhos de DEUS, os que já dormiram, os que ainda estão na Terra com todos os santos e os que não creram mas que o Senhor já sabe que vão crer. Esse é um exemplo de coisas espirituais que não podemos errar quando lamaos algo que concerne a Cristo. A palavra vem também para corrigir o que eu falo de errado. Logo, eu devo aceitar ser ensinado, repreendido, exortado e chamado pra perto do caminho. Se alguém é desviado o irmão deve repreender em amor.
Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus; se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus dá; para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e poder para todo o sempre. Amém I Ped 4:11
Aqui vemos mais uma vez reiterado o fundamento de como pregar o evangelho: nunca na nossa força mas sempre pra que Cristo seja o único glorificado. Esse alguém somos nós, isto é, qualquer um é um alguém se vamos falar da palavra de Deus. É por erros de se dizer o que quer que estamos nessa babilônia de hoje: cada um fala o acha de acordo com seu próprio entendimento e ao contrário do entedimento do Senhor.
Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido. Jos 1:8
A passagem é clara: a Bíblia é única, é nela que devemos nos basear pra pregar e meditar.
No primeiro ano do seu reinado, eu, Daniel, entendi pelos livros que o número dos anos, de que falara o SENHOR ao profeta Jeremias, em que haviam de cumprir-se as desolações de Jerusalém, era de setenta anos. Dan 9:2
Observamos que esta passagem foi usada em 1ª pessoa (eu, Daniel) confirmando sua própria experiência, isto é, ele leu, orou, teve uma revelação e começou a interceder para o povo sair da babilônia.
Como me foi este mistério manifestado pela revelação, como antes um pouco vos escrevi Ef 3:3
Segundo uma revelação - quando começamos a ler e investimos o nosso tempo na leitura, na comunhão, DEUS Se revela todos os servos, pois trata todos iguais e não faz acepção de pessoas. Há diferenças nos dons, mas todos são igualmente revelados. Temos que progredir nos 2: dons e palavra de DEUS.
Quando tropeçamos na palavra, tropeçamos em Cristo - a pedra principal, a verdadeira revelação, assim impedimos DEUS (não por Sua incapacidade mas pelo cavalheirismo da liberdade oriunda do seu amor de não fazer nada pela força) de edificar A Si mesmo em nós.
Que possamos estar sempre progredindo para que a palavra, Jesus encarnado, se forme cada dia mais em nós, nos diminuindo deixando apenas que o Tesouro apareça.
Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido, E que desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus. Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.II Tim 3:14-17
O homem tem uma alma que torna sua personalidade única, porém a palavra de Deus é algo do Espírito quando este habita no homem. Devemos tomar extremo cuidado para que a alma não intervenha no trabalho que o Espírito faz através do homem.
Para comermos uma sopa quente precisamos de uma ferramenta que é a colher. Ninguém irá comer a sopa retirada diretamente do centro do prato (que está fervendo), mas vai retirar o conteúdo pelas beiradas e assoprar antes de colocar na boca. Então a palavra de DEUS é dessa maneira: Precisa de ferramentas para que se possamos compreender e de uma proporção certa de ingerir e digerir. É comum cristãos questionarem os motivos de não terem entendido certas coisas no primeiro momento de suas conversões. Isto ocorre frequentemente, pois o ESPÍRITO SANTO usa e avança na pessoa de forma particular revelando tudo ao seu tempo. Ele utiliza Suas ferramentas que estão nEle na vida de cada membro do CORPO DE CRISTO.
Quando falamos com na nossa própria força não trazemos revelação porque podemos mencionar banalidades, por exemplo: quando queremos explicar que Igreja é formada por pessoas e não é uma casa de tijolos. Apesar do conceito certo podemos errar na forma de nos expressar. Em Atos 10 vemos o registro do Espírito Santo, da Sua própria forma e no Seu tempo iluminando a família de Cornélio para a conversão de todos. Outro exemplo é dizer “Feche a porta da Igreja”. Isto apesar de comum é incorreto. Não podemos fechar a porta da Igreja porque esta é espiritual, é o corpo de Cristo, é o somatório de todos os filhos de DEUS, os que já dormiram, os que ainda estão na Terra com todos os santos e os que não creram mas que o Senhor já sabe que vão crer. Esse é um exemplo de coisas espirituais que não podemos errar quando lamaos algo que concerne a Cristo. A palavra vem também para corrigir o que eu falo de errado. Logo, eu devo aceitar ser ensinado, repreendido, exortado e chamado pra perto do caminho. Se alguém é desviado o irmão deve repreender em amor.
Se alguém falar, fale segundo as palavras de Deus; se alguém administrar, administre segundo o poder que Deus dá; para que em tudo Deus seja glorificado por Jesus Cristo, a quem pertence a glória e poder para todo o sempre. Amém I Ped 4:11
Aqui vemos mais uma vez reiterado o fundamento de como pregar o evangelho: nunca na nossa força mas sempre pra que Cristo seja o único glorificado. Esse alguém somos nós, isto é, qualquer um é um alguém se vamos falar da palavra de Deus. É por erros de se dizer o que quer que estamos nessa babilônia de hoje: cada um fala o acha de acordo com seu próprio entendimento e ao contrário do entedimento do Senhor.
Não se aparte da tua boca o livro desta lei; antes medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer conforme a tudo quanto nele está escrito; porque então farás prosperar o teu caminho, e serás bem sucedido. Jos 1:8
A passagem é clara: a Bíblia é única, é nela que devemos nos basear pra pregar e meditar.
No primeiro ano do seu reinado, eu, Daniel, entendi pelos livros que o número dos anos, de que falara o SENHOR ao profeta Jeremias, em que haviam de cumprir-se as desolações de Jerusalém, era de setenta anos. Dan 9:2
Observamos que esta passagem foi usada em 1ª pessoa (eu, Daniel) confirmando sua própria experiência, isto é, ele leu, orou, teve uma revelação e começou a interceder para o povo sair da babilônia.
Como me foi este mistério manifestado pela revelação, como antes um pouco vos escrevi Ef 3:3
Segundo uma revelação - quando começamos a ler e investimos o nosso tempo na leitura, na comunhão, DEUS Se revela todos os servos, pois trata todos iguais e não faz acepção de pessoas. Há diferenças nos dons, mas todos são igualmente revelados. Temos que progredir nos 2: dons e palavra de DEUS.
Quando tropeçamos na palavra, tropeçamos em Cristo - a pedra principal, a verdadeira revelação, assim impedimos DEUS (não por Sua incapacidade mas pelo cavalheirismo da liberdade oriunda do seu amor de não fazer nada pela força) de edificar A Si mesmo em nós.
Que possamos estar sempre progredindo para que a palavra, Jesus encarnado, se forme cada dia mais em nós, nos diminuindo deixando apenas que o Tesouro apareça.
domingo, 29 de junho de 2008
O INSUPORTÁVEL AMOR DE DEUS
O INSUPORTÁVEL AMOR DE DEUS
Eis que chega a hora, e já se aproxima, em que vós sereis dispersos cada um para sua parte, e me deixareis só; mas não estou só, porque o Pai está comigo. Tenho-vos dito isto, para que tenhais paz em mim; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo. Jo 16:32,33
Esta passagem guarda uma das mais lindas revelações da palavra de Deus sobre o amor divino. Se observarmos com atenção encontraremos um aposto no meio da orientação do Senhor (mas não estou só, porque o Pai está comigo). Este recurso de linguagem é muito precioso, mas pode nos levar a desviar a atenção da linda declaração do Criador para nós. Estes versículos guardam os momentos finais antes da crucificação do Senhor junto aos seus apóstolos. Aqueles que o acompanharam, que viram Seus milagres, que presenciaram a grandeza da pessoa do Deus encarnado e que seriam de fato os fundadores da doutrina de Cristo e que reinarão com Ele (cf II Pe 3:2;Ap21:14), foram avisados que O abandonariam. O detalhe que isto não lhes é imposto como peso nem eles são estigmatizados por causa disso, nossa visão religiosa equivocada entende que estes homens comuns eram perfeitos e com isso distorcemos a realidade bíblica da predileção de Deus pelos fracos e incapazes e que assim como nós os apóstolos também era passíveis de erro. Certamente eu no lugar de Jesus diria: “seus ingratos interesseiros agora também podem ir embora e que vocês se explodam também”. O meu coração funciona baseado na gratidão, o coração de Deus funciona exclusivamente por causa do Seu amor concentrado em Si mesmo. Ele não visa troca nem desempenho, mas lança o convite para aqueles que o traem e o abandonam “tenham paz em mim”. Na nossa lógica baseada em trocas isto é um absurdo, no mínimo inaceitável. Um ser onipotente e auto-suficiente pedir que tenhamos paz na Sua presença justamente no momento posterior a abandoná-Lo! Isto é perfeitamente normal na lógica de Deus, apesar da minha resistência em aceitar isto a palavra contém esta revelação desde os primórdios e me orienta a permanecer debaixo deste amor. O livro de Oséias, o livro da graça no AT (pelo menos pra mim) fala muito bem sobre isso. Este livro é escrito no auge da depravação do povo de Israel, porém Deus em todo o momento revela seu amor acolhedor neste livro, a condição deles não importava, justamente por estarem imundos é que Deus se torna mais presente e amoroso. Eu lembro bem que depois de um dia de pecados, de tristeza, de desânimo, de distanciamento do Deus altíssimo fui dormir e acordei no dia seguinte com a seguinte palavra em meu coração: “Deus ama os filhos de Israel embora eles olhem para outros deuses e adorem com bolos de passas”. Este texto de Oséias 3:1 reflete bem como é o amor de Deus. O livro inteiro de Oséias Ele vem falando assim com Seu povo, no capítulo 6 mais uma vez faz um irrecusável convite: “Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao SENHOR... Porque eu quero a misericórdia, e não o sacrifício; e o conhecimento de Deus, mais do que os holocaustos.” Os 6:3,6.
Então conheçamos - no sentido de termos intimidade, comunhão com o Senhor
Porque eu quero a misericórdia, e não o sacrifício - a palavra misericórdia usada neste texto tem um sentido associado a amor. Domenico Cancian define de forma exata o significado de chêsêd (misericórdia): “significa o amor de Deus que com a criação e a aliança oferece graça e misericórdia. Deus permanece fiel mesmo quando o povo o trai, porque é o Deus de compaixão e piedade, lento para a cólera e cheio de amor e fidelidade”(Ex 34:6). Deus que estar conosco pra que sejamos participantes da sua família, sacrifícios são repudiados por Deus pelo fato de que qualquer coisa que fizermos para agradar/comprar o favor de Deus diminui o sentido da obra de Deus por nós, deprecia a grandeza da graça. Deus nos quer exatamente como somos e não no que podemos nos tornar. São os que não valem nada os primeiros a entender a grandeza do que os atingiu, o evangelho de Lucas dá uma pista interessante dos pré-requisitos da salvação. Nas palavras de Jesus eu me encontro e vejo exatamente o estado em que fui alcançado:
“O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos”Luc 4:18
Em nenhuma das características que Jesus deu consigo me excluir, tenho o currículo completo daqueles que são salvos pelo Senhor!! De fato todos tem, uns sabem que tem e outros não, mas o próprio Deus se encarrega de abrir os olhos quanto a isso.
Normalmente a religião impõe regras e fardos impossíveis para que se cumpra algo, Deus porém sempre nos coloca algo exclusivamente pelo amor. Em João 8 encontramos uma das mais belas passagens da Bíblia. Uma mulher adúltera, marginalizada é colocada diante do Deus sem pecado algum para ser decidido o que se faz com ela, a reação dEle? Aquela mulher que nem contada era na sociedade da época e que deveria, pela lei ser apedrejada recebe a seguinte reação de Jesus “Erguendo-se Jesus e não vendo a ninguém mais além da mulher”Jo 8:10a. O Criador do universo, superior a tudo, infinito, puro deu sua atenção exclusiva a uma pecadora contumaz, Ele não a condenou e no final disse “Vá e não peque mais”. O que possibilitaria aquele mulher pecadora por natureza prosseguir sua vida sem pecar? O amor de Cristo tem a função única de nos fazer permanecer nEle em constante comunhão, é exatamente isso que nos impede de pecar. O Espírito que agora habita nos filhos de Deus regenerados em Cristo Jesus é alimentado pela revelação do caráter amoroso de Jesus, é exatamente isto que nos impede de sair da Sua presença. O inconstante apóstolo Pedro entendeu o tamanho do amor que o atingiu mesmo depois de seus muitos erros e escreveu: “Acima de tudo, porém, tende amor intenso uns com os outros, porque o amor cobre a multidão de pecados” IPe 4:8
Que Cristo com seu insuportável amor por nós nos conquiste exclusivamente para Ele, tanto no erro(para que tenhamos paz no seu infinito amor, na grandeza do seu perdão) e no acerto(para que nos regozijemos nEle sabedores que tanto o querer como o efetuar são dEle também)
Eis que chega a hora, e já se aproxima, em que vós sereis dispersos cada um para sua parte, e me deixareis só; mas não estou só, porque o Pai está comigo. Tenho-vos dito isto, para que tenhais paz em mim; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo. Jo 16:32,33
Esta passagem guarda uma das mais lindas revelações da palavra de Deus sobre o amor divino. Se observarmos com atenção encontraremos um aposto no meio da orientação do Senhor (mas não estou só, porque o Pai está comigo). Este recurso de linguagem é muito precioso, mas pode nos levar a desviar a atenção da linda declaração do Criador para nós. Estes versículos guardam os momentos finais antes da crucificação do Senhor junto aos seus apóstolos. Aqueles que o acompanharam, que viram Seus milagres, que presenciaram a grandeza da pessoa do Deus encarnado e que seriam de fato os fundadores da doutrina de Cristo e que reinarão com Ele (cf II Pe 3:2;Ap21:14), foram avisados que O abandonariam. O detalhe que isto não lhes é imposto como peso nem eles são estigmatizados por causa disso, nossa visão religiosa equivocada entende que estes homens comuns eram perfeitos e com isso distorcemos a realidade bíblica da predileção de Deus pelos fracos e incapazes e que assim como nós os apóstolos também era passíveis de erro. Certamente eu no lugar de Jesus diria: “seus ingratos interesseiros agora também podem ir embora e que vocês se explodam também”. O meu coração funciona baseado na gratidão, o coração de Deus funciona exclusivamente por causa do Seu amor concentrado em Si mesmo. Ele não visa troca nem desempenho, mas lança o convite para aqueles que o traem e o abandonam “tenham paz em mim”. Na nossa lógica baseada em trocas isto é um absurdo, no mínimo inaceitável. Um ser onipotente e auto-suficiente pedir que tenhamos paz na Sua presença justamente no momento posterior a abandoná-Lo! Isto é perfeitamente normal na lógica de Deus, apesar da minha resistência em aceitar isto a palavra contém esta revelação desde os primórdios e me orienta a permanecer debaixo deste amor. O livro de Oséias, o livro da graça no AT (pelo menos pra mim) fala muito bem sobre isso. Este livro é escrito no auge da depravação do povo de Israel, porém Deus em todo o momento revela seu amor acolhedor neste livro, a condição deles não importava, justamente por estarem imundos é que Deus se torna mais presente e amoroso. Eu lembro bem que depois de um dia de pecados, de tristeza, de desânimo, de distanciamento do Deus altíssimo fui dormir e acordei no dia seguinte com a seguinte palavra em meu coração: “Deus ama os filhos de Israel embora eles olhem para outros deuses e adorem com bolos de passas”. Este texto de Oséias 3:1 reflete bem como é o amor de Deus. O livro inteiro de Oséias Ele vem falando assim com Seu povo, no capítulo 6 mais uma vez faz um irrecusável convite: “Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao SENHOR... Porque eu quero a misericórdia, e não o sacrifício; e o conhecimento de Deus, mais do que os holocaustos.” Os 6:3,6.
Então conheçamos - no sentido de termos intimidade, comunhão com o Senhor
Porque eu quero a misericórdia, e não o sacrifício - a palavra misericórdia usada neste texto tem um sentido associado a amor. Domenico Cancian define de forma exata o significado de chêsêd (misericórdia): “significa o amor de Deus que com a criação e a aliança oferece graça e misericórdia. Deus permanece fiel mesmo quando o povo o trai, porque é o Deus de compaixão e piedade, lento para a cólera e cheio de amor e fidelidade”(Ex 34:6). Deus que estar conosco pra que sejamos participantes da sua família, sacrifícios são repudiados por Deus pelo fato de que qualquer coisa que fizermos para agradar/comprar o favor de Deus diminui o sentido da obra de Deus por nós, deprecia a grandeza da graça. Deus nos quer exatamente como somos e não no que podemos nos tornar. São os que não valem nada os primeiros a entender a grandeza do que os atingiu, o evangelho de Lucas dá uma pista interessante dos pré-requisitos da salvação. Nas palavras de Jesus eu me encontro e vejo exatamente o estado em que fui alcançado:
“O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres; enviou-me para proclamar libertação aos cativos e restauração da vista aos cegos, para pôr em liberdade os oprimidos”Luc 4:18
Em nenhuma das características que Jesus deu consigo me excluir, tenho o currículo completo daqueles que são salvos pelo Senhor!! De fato todos tem, uns sabem que tem e outros não, mas o próprio Deus se encarrega de abrir os olhos quanto a isso.
Normalmente a religião impõe regras e fardos impossíveis para que se cumpra algo, Deus porém sempre nos coloca algo exclusivamente pelo amor. Em João 8 encontramos uma das mais belas passagens da Bíblia. Uma mulher adúltera, marginalizada é colocada diante do Deus sem pecado algum para ser decidido o que se faz com ela, a reação dEle? Aquela mulher que nem contada era na sociedade da época e que deveria, pela lei ser apedrejada recebe a seguinte reação de Jesus “Erguendo-se Jesus e não vendo a ninguém mais além da mulher”Jo 8:10a. O Criador do universo, superior a tudo, infinito, puro deu sua atenção exclusiva a uma pecadora contumaz, Ele não a condenou e no final disse “Vá e não peque mais”. O que possibilitaria aquele mulher pecadora por natureza prosseguir sua vida sem pecar? O amor de Cristo tem a função única de nos fazer permanecer nEle em constante comunhão, é exatamente isso que nos impede de pecar. O Espírito que agora habita nos filhos de Deus regenerados em Cristo Jesus é alimentado pela revelação do caráter amoroso de Jesus, é exatamente isto que nos impede de sair da Sua presença. O inconstante apóstolo Pedro entendeu o tamanho do amor que o atingiu mesmo depois de seus muitos erros e escreveu: “Acima de tudo, porém, tende amor intenso uns com os outros, porque o amor cobre a multidão de pecados” IPe 4:8
Que Cristo com seu insuportável amor por nós nos conquiste exclusivamente para Ele, tanto no erro(para que tenhamos paz no seu infinito amor, na grandeza do seu perdão) e no acerto(para que nos regozijemos nEle sabedores que tanto o querer como o efetuar são dEle também)
sábado, 21 de junho de 2008
ANSIEDADE
Ansiedade
Leitura de Mt 6:19-34
"...Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo...Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos?(Porque todas estas coisas os gentios procuram). De certo vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas..."
A ansiedade é uma sensação ou sentimento decorrente da excessiva excitação do Sistema Nervoso Central conseqüente a interpretação de uma situação de perigo.
Parente próximo do medo, (muitas vezes onde a diferenciação não é possível), é distinguida dele pelo fato de o medo ter um fator desencadeante real e palpável enquanto na ansiedade o fator de estímulo tem características mais subjetivas.
A ansiedade tem um poder corrosivo na alma e pode também atingir a saúde física de uma pessoa.
Segundo o registro da Bíblia, há dois tipos de fardos: o do pecado e o da ansiedade. Se o problema dos pecados não for resolvido, é impossível haver alegria. Se o problema da ansiedade não for solucionado, tampouco haverá alegria. Se o problema do fardo dos pecados for resolvido e o da ansiedade permanecer, a alegria alcançada será incompleta. Para ser feliz, o homem precisa resolver tanto o problema do fardo dos pecados como o da ansiedade.
"Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos...Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas diante de Deus as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graça". Fp 4:4,6
O versículo 4 diz que devemos alegrar-nos e o versículo 6 diz que não devemos ficar ansiosos por nada. Já que o Senhor está perto, devemos alegrar-nos; já que Ele está perto não devemos ficar ansiosos por coisa alguma.
A inquietação é uma terrível inimiga da alegria do homem
O antídoto esta em nos lançarmos ao Senhor todo o nosso fardo de preocupação.
Lemos em 1Pe5:7 “lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vos”
Não devemos estar ansiosos nem mesmo por aquelas coisas que julgamos legítimas.
Mt 6:25 “por isso vos digo:não andeis ansiosos pelo que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento e o corpo mais do que as vestes?"
E o Senhor recomenda:
“observai as aves do céu: não semeiam , não colhem, nem ajuntam em celeiros; contudo vosso Pai celeste as sustente. Porventura não valeis vos muito mais do que as aves”? Mt 6:26
O senhor Jesus não deseja que andemos com o coração apertado e ansioso pelos problemas e faz um convite:
“vinde a Mim todos os que estais cansados e sobrecarregados , e eu vos aliviarei. Tomai sobre vos o meu jugo, e aprendei de mim que sou manso e humilde de coração, e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve./Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos. Seja a vossa eqüidade notória a todos os homens. Perto está o Senhor. Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus. Mt 11:28/Fil 4:4-7
No texto inicial de Filipenses 4 vemos: "E a paz de Deus (...) guardará os vossos corações". No original grego, o termo "guardará" é um termo militar, que pode ser traduzido como "vigiará" ou "guarnecerá". O mesmo sentido é encontrado em 2 Coríntios 11:32: "Em Damasco, o governador preposto do rei Aretas, montou guarda na cidade dos damascenos, para me prender." Naquela época, o governador de Damasco queria prender Paulo, por isso ele enviou soldados para cercar a cidade e guardá-la. Da mesma forma que os soldados guardaram a cidade, a paz de Deus também guarda o nosso coração. Nenhuma preocupação exterior pode invadir a paz de Deus em nosso coração. A paz de Deus vigiará e guarnecerá o nosso coração, de modo que ele fique livre das invasões da ansiedade. Isso é simplesmente maravilhoso! Com a proteção da paz de Deus guardando o nosso coração e a nossa mente, que ou quem conseguiria intrometer-se em nosso coração e perturbar o nosso descanso?
Deus ordena que em tudo se tornem conhecidas diante Dele as nossas petições, pela oração, súplicas e ações de graça. Ele também promete que a Sua própria paz agirá como soldados guardando-nos, a fim de que todos os distúrbios, intolerâncias e inquietações sejam excluídos. Realmente a paz de Deus é a paz que excede o nosso entendimento, isto é, jamais poderíamos imaginar que existisse algo como a paz de Deus. Se em tudo confiarmos Nele, a paz que homem algum pode imaginar virá guardar o nosso coração, capacitando-nos então a atravessar com segurança todas "as tempestades" no mar do mundo.
Há muitos que vivem ansiosos por questões que nunca irão acontecer, há pessoas que vivem prisioneiras de fantasmas, de problemas imaginários.
O principal é o reconhecimento que nada podemos fazer para sair desse estado ansioso a não ser se render incondicionalmente ao Senhor, reconhecer o poder da graça libertadora de Deus. "E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo/Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça."2Cor 12:9-10/Is 40:31.
Aquietar-me simplesmente, e saber que Deus é Deus!
Leitura de Mt 6:19-34
"...Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo...Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos?(Porque todas estas coisas os gentios procuram). De certo vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas..."
A ansiedade é uma sensação ou sentimento decorrente da excessiva excitação do Sistema Nervoso Central conseqüente a interpretação de uma situação de perigo.
Parente próximo do medo, (muitas vezes onde a diferenciação não é possível), é distinguida dele pelo fato de o medo ter um fator desencadeante real e palpável enquanto na ansiedade o fator de estímulo tem características mais subjetivas.
A ansiedade tem um poder corrosivo na alma e pode também atingir a saúde física de uma pessoa.
Segundo o registro da Bíblia, há dois tipos de fardos: o do pecado e o da ansiedade. Se o problema dos pecados não for resolvido, é impossível haver alegria. Se o problema da ansiedade não for solucionado, tampouco haverá alegria. Se o problema do fardo dos pecados for resolvido e o da ansiedade permanecer, a alegria alcançada será incompleta. Para ser feliz, o homem precisa resolver tanto o problema do fardo dos pecados como o da ansiedade.
"Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos...Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas diante de Deus as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graça". Fp 4:4,6
O versículo 4 diz que devemos alegrar-nos e o versículo 6 diz que não devemos ficar ansiosos por nada. Já que o Senhor está perto, devemos alegrar-nos; já que Ele está perto não devemos ficar ansiosos por coisa alguma.
A inquietação é uma terrível inimiga da alegria do homem
O antídoto esta em nos lançarmos ao Senhor todo o nosso fardo de preocupação.
Lemos em 1Pe5:7 “lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vos”
Não devemos estar ansiosos nem mesmo por aquelas coisas que julgamos legítimas.
Mt 6:25 “por isso vos digo:não andeis ansiosos pelo que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento e o corpo mais do que as vestes?"
E o Senhor recomenda:
“observai as aves do céu: não semeiam , não colhem, nem ajuntam em celeiros; contudo vosso Pai celeste as sustente. Porventura não valeis vos muito mais do que as aves”? Mt 6:26
O senhor Jesus não deseja que andemos com o coração apertado e ansioso pelos problemas e faz um convite:
“vinde a Mim todos os que estais cansados e sobrecarregados , e eu vos aliviarei. Tomai sobre vos o meu jugo, e aprendei de mim que sou manso e humilde de coração, e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve./Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos. Seja a vossa eqüidade notória a todos os homens. Perto está o Senhor. Não estejais inquietos por coisa alguma; antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplica, com ação de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus. Mt 11:28/Fil 4:4-7
No texto inicial de Filipenses 4 vemos: "E a paz de Deus (...) guardará os vossos corações". No original grego, o termo "guardará" é um termo militar, que pode ser traduzido como "vigiará" ou "guarnecerá". O mesmo sentido é encontrado em 2 Coríntios 11:32: "Em Damasco, o governador preposto do rei Aretas, montou guarda na cidade dos damascenos, para me prender." Naquela época, o governador de Damasco queria prender Paulo, por isso ele enviou soldados para cercar a cidade e guardá-la. Da mesma forma que os soldados guardaram a cidade, a paz de Deus também guarda o nosso coração. Nenhuma preocupação exterior pode invadir a paz de Deus em nosso coração. A paz de Deus vigiará e guarnecerá o nosso coração, de modo que ele fique livre das invasões da ansiedade. Isso é simplesmente maravilhoso! Com a proteção da paz de Deus guardando o nosso coração e a nossa mente, que ou quem conseguiria intrometer-se em nosso coração e perturbar o nosso descanso?
Deus ordena que em tudo se tornem conhecidas diante Dele as nossas petições, pela oração, súplicas e ações de graça. Ele também promete que a Sua própria paz agirá como soldados guardando-nos, a fim de que todos os distúrbios, intolerâncias e inquietações sejam excluídos. Realmente a paz de Deus é a paz que excede o nosso entendimento, isto é, jamais poderíamos imaginar que existisse algo como a paz de Deus. Se em tudo confiarmos Nele, a paz que homem algum pode imaginar virá guardar o nosso coração, capacitando-nos então a atravessar com segurança todas "as tempestades" no mar do mundo.
Há muitos que vivem ansiosos por questões que nunca irão acontecer, há pessoas que vivem prisioneiras de fantasmas, de problemas imaginários.
O principal é o reconhecimento que nada podemos fazer para sair desse estado ansioso a não ser se render incondicionalmente ao Senhor, reconhecer o poder da graça libertadora de Deus. "E disse-me: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas minhas fraquezas, para que em mim habite o poder de Cristo/Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça."2Cor 12:9-10/Is 40:31.
Aquietar-me simplesmente, e saber que Deus é Deus!
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