SOBRE O AMOR I
Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nossos pecados I Jo 4:10
Se nós amamos é porque Ele nos amou primeiro. É impossível falar de amor sem falar do amor do Deus todo poderoso que entregou seu Filho por nós.
Podemos começar vendo o amor de Deus na criação, após Deus criar o homem perfeito, a Sua imagem e semelhança, este homem achou que isto não era suficiente e decidiu ser parecido com Deus o que gerou sua morte, apesar da sua desobediência Deus já lança o seu primeiro decreto de amor, a morte do homem. Se o homem continuasse imortal viveria eternamente separado de Deus condenado pelo pecado como bem ensina o irmão Antonio Roxo. Essa morte permitiu que um dia pudesse ser feita uma obra para que Ele nascesse de novo na família de Deus.
Mais ainda havia mais a ser feito, Seu amor continuou ao enviar Seu Filho, o Cristo que podia ter vindo como rei soberano mas veio como homem sujeito a um corpo falho e sofreu tudo que podemos sofrer sem deixar de ser Deus, aquEle que criou se submeteu a ser criatura.
Lucas falando da história de Jesus observa um fato interessante sobre Jesus em relação aos seus pais terrenos:
E desceu com eles, e foi para Nazaré, e era-lhes sujeito Luc 2:51a
O Deus infinito era sujeito a seres limitados de sua própria criação.
O aspecto universal da Sua morte na cruz também revela fatos interessantes sobre seu amor. Ele podia ter escolhido alguns, os melhores da sociedade ou aqueles que precisam mais de ajuda mas a palavra revela que Ele veio para todos
Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus Jo 1:12a
Com a vida desse Deus dentro de nós, somente assim podemos começar a amar de fato.
E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitaria. I Cor 13:3
Na carta aos Coríntios Paulo vem fazendo uma série de observações sobre os dons e dá a entender que aquela Igreja de Corinto tinha uma série de dons, porém se ignorarmos a divisão da palavra em capítulos e lermos a carta de uma vez só como ela foi escrita, vamos reparar que logo após observar sobre os dons Paulo observa "se não tiver amor, nada disso me aproveitaria"
Nem mesmo no que concerne a Deus sem amor é válido.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
SENDO TRIGO II
SENDO TRIGO II
Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto. Jo 12:24
O Senhor é tremendo, Ele dá o remédio, mas Ele é a realidade do remédio, é o próprio remédio. A crucificação de Jesus decreta o fim da vida do homem natural, podemos dizer para nós mesmos “acabou você não tem mais jeito!”, mas infelizmente tentamos exercitar a vida desse homem natural, a gente tende a ficar preso aos problemas dessa vida. Olhar para os problemas nos rouba momentos em que podíamos estar diante do Senhor para descobrir Sua vontade e conseqüentemente não tropeçar.
Agora a minha alma está perturbada e que direi eu? Pai, salva-me desta hora; mas para isto vim a esta hora. Jo 12:27
O Senhor aborreceu sua própria alma e fez uma petição que todos nós faríamos “Pai, salva-me desta hora”. Quando algo nos perturba temos o reflexo “Senhor tem compaixão de mim”. O Senhor por vezes permite uma circunstância que aborrece nossa alma, que mexe com aquilo que temos por precioso (carnalmente falando) e acaba com nosso ego. Mas Jesus mesmo responde a circunstância em que lhe foi colocada, Ele colocou a respeito daquilo que o incomodava “para isto vim a esta hora” . Não entendemos que aquela circunstância colocada pelo Senhor foi proposital, para aborrecer nossa alma, muitas vezes não enxergamos que aquele carro que não pega de manhã, ou aquela solução com que estávamos contando e não veio é justamente a mão do Senhor com o fim de aborrecer a nossa alma. É nesse momento que temos praticar a vida interior e nos colocar na presença do Senhor. Aqui muitas vezes nasce o problema, pois não discernimos que aquilo que era para ser o remédio de Deus e não sendo utilizado como remédio acaba por ocupar nosso tempo e vira arma de tentação de satanás. Quando nos damos conta satanás nos roubou aquilo que Deus usaria para nos abençoar.
Não vemos que isto é provocado justamente pelo Senhor como Jó disse “Deus me deu, Deus me tirou” e Jó sofreu as maiores mazelas como registra seu livro. Vale observar que ele não tinha a presença permanente do Espírito Santo nele, como nós temos.
Não precisamos passar por isto se crucificarmos nossa carne juntamente com Cristo, pois aqui o novo homem cresce, floresce e podemos compreender a circunstância em que fomos provados e assim podemos ser abençoados e andar na realidade de Cristo que Paulo mal conseguiu descrever devido a infinitude dessa realidade.
Quando eu era criança morava no décimo andar e meu sonho era tocar no 10, chamar o porteiro para tocar o botão do elevador me chateava pois sempre gostei de ser independente.
Hoje Deus me mostrou que após crescer toco o dez com facilidade. Quando o trigo cresce aquilo que não for trigo aparecerá e será eliminado com facilidade. A vida de Cristo nos permite tocar na Sua própria realidade. Não por causa de nós mas por causa daquilo que foi dispensado para nós, aquilo que é uma dificuldade para nossa alma é realizado com facilidade com a vida do homem interior amadurecida.
Para apertarmos o dez facilmente nessa vida precisamos deixar Cristo crescer, podemos até apertar o dez pulando como nas primeiras fases do crescimento, mas esta não é Sua vontade, Sua graça consiste em nos fazer apertar o dez com facilidade.
Esta realidade já está em nós, esta realidade que caminha para a eternidade que precisamos vislumbrar e que Ele nos ajude a alcançar isto e desfrutar dessa visão.
E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo,...Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.Fil 3:8,14
Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto. Jo 12:24
O Senhor é tremendo, Ele dá o remédio, mas Ele é a realidade do remédio, é o próprio remédio. A crucificação de Jesus decreta o fim da vida do homem natural, podemos dizer para nós mesmos “acabou você não tem mais jeito!”, mas infelizmente tentamos exercitar a vida desse homem natural, a gente tende a ficar preso aos problemas dessa vida. Olhar para os problemas nos rouba momentos em que podíamos estar diante do Senhor para descobrir Sua vontade e conseqüentemente não tropeçar.
Agora a minha alma está perturbada e que direi eu? Pai, salva-me desta hora; mas para isto vim a esta hora. Jo 12:27
O Senhor aborreceu sua própria alma e fez uma petição que todos nós faríamos “Pai, salva-me desta hora”. Quando algo nos perturba temos o reflexo “Senhor tem compaixão de mim”. O Senhor por vezes permite uma circunstância que aborrece nossa alma, que mexe com aquilo que temos por precioso (carnalmente falando) e acaba com nosso ego. Mas Jesus mesmo responde a circunstância em que lhe foi colocada, Ele colocou a respeito daquilo que o incomodava “para isto vim a esta hora” . Não entendemos que aquela circunstância colocada pelo Senhor foi proposital, para aborrecer nossa alma, muitas vezes não enxergamos que aquele carro que não pega de manhã, ou aquela solução com que estávamos contando e não veio é justamente a mão do Senhor com o fim de aborrecer a nossa alma. É nesse momento que temos praticar a vida interior e nos colocar na presença do Senhor. Aqui muitas vezes nasce o problema, pois não discernimos que aquilo que era para ser o remédio de Deus e não sendo utilizado como remédio acaba por ocupar nosso tempo e vira arma de tentação de satanás. Quando nos damos conta satanás nos roubou aquilo que Deus usaria para nos abençoar.
Não vemos que isto é provocado justamente pelo Senhor como Jó disse “Deus me deu, Deus me tirou” e Jó sofreu as maiores mazelas como registra seu livro. Vale observar que ele não tinha a presença permanente do Espírito Santo nele, como nós temos.
Não precisamos passar por isto se crucificarmos nossa carne juntamente com Cristo, pois aqui o novo homem cresce, floresce e podemos compreender a circunstância em que fomos provados e assim podemos ser abençoados e andar na realidade de Cristo que Paulo mal conseguiu descrever devido a infinitude dessa realidade.
Quando eu era criança morava no décimo andar e meu sonho era tocar no 10, chamar o porteiro para tocar o botão do elevador me chateava pois sempre gostei de ser independente.
Hoje Deus me mostrou que após crescer toco o dez com facilidade. Quando o trigo cresce aquilo que não for trigo aparecerá e será eliminado com facilidade. A vida de Cristo nos permite tocar na Sua própria realidade. Não por causa de nós mas por causa daquilo que foi dispensado para nós, aquilo que é uma dificuldade para nossa alma é realizado com facilidade com a vida do homem interior amadurecida.
Para apertarmos o dez facilmente nessa vida precisamos deixar Cristo crescer, podemos até apertar o dez pulando como nas primeiras fases do crescimento, mas esta não é Sua vontade, Sua graça consiste em nos fazer apertar o dez com facilidade.
Esta realidade já está em nós, esta realidade que caminha para a eternidade que precisamos vislumbrar e que Ele nos ajude a alcançar isto e desfrutar dessa visão.
E, na verdade, tenho também por perda todas as coisas, pela excelência do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; pelo qual sofri a perda de todas estas coisas, e as considero como escória, para que possa ganhar a Cristo,...Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.Fil 3:8,14
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
SENDO TRIGO I
SENDO TRIGO I
Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao homem que semeia a boa semente no seu campo; Mas, dormindo os homens, veio o seu inimigo, e semeou joio no meio do trigo, e retirou-se. E, quando a erva cresceu e frutificou, apareceu também o joio. E os servos do pai de família, indo ter com ele, disseram-lhe: Senhor, não semeaste tu, no teu campo, boa semente? Por que tem, então, joio? E ele lhes disse: Um inimigo é quem fez isso. E os servos lhe disseram: Queres pois que vamos arrancá-lo? Ele, porém, lhes disse: Não; para que, ao colher o joio, não arranqueis também o trigo com ele. Deixai crescer ambos juntos até à ceifa; e, por ocasião da ceifa, direi aos ceifeiros: Colhei primeiro o joio, e atai-o em molhos para o queimar; mas, o trigo, ajuntai-o no meu celeiro. Mat 13:24-30
A parábola é clara: o Senhor não tira o joio de imediato e sim espera os dois crescerem para que haja uma identificação clara de quem é de fato joio e trigo. Muitas vezes queremos fazer acepção de pessoas quando os irmãos estão pequeninos na fé considerando estes joios, mas o Senhor é cauteloso e sabe da necessidade da Igreja, por vezes é necessário para o trigo a presença do joio para treinar ou até mesmo exercitar alguma coisa no trigo.
Ora, havia alguns gregos, entre os que tinham subido a adorar no dia da festa. Estes, pois, dirigiram-se a Filipe, que era de Betsaida da Galiléia, e rogaram-lhe, dizendo: Senhor, queríamos ver a Jesus. Filipe foi dizê-lo a André, e então André e Filipe o disseram a Jesus. E Jesus lhes respondeu, dizendo: É chegada a hora em que o Filho do homem há de ser glorificado. Jo 12:20-23
No pensamento carnal a resposta de Jesus era sem nexo, porém se há pessoa também não praticar a vida espiritual ela pode viver a margem, apalpando as coisas de Deus sem compreender. A pessoa nascida de novo não era pra se surpreender com Deus, porém se surpreende pela falta de prática espiritual. A igreja está abarrotada de muitas coisas e campanhas para os mais diversos fins enquanto em Atos vemos que os apóstolos apenas pregavam a Cristo, pois tinha sido isto que receberam.
Precisamos estar praticando aquilo que recebemos, aquele que não pratica é possível que não tenha recebido a vida do Espírito Santo, ele pode crer, podemos crer, mas a prática da vida interior é fundamental, qualquer um pode crer e o que fazemos pode ser qualquer coisa, pensamento positivo ou uma fé ilustrativa, menos a vida em que o Senhor nos enxertou.
Esta pratica da vida interior é fundamental, mas como eu pratico esta vida?
Deus é um Deus de comunhão, Ele clama por comunhão e nos chamou para o mesmo. A comunhão é bilateral. Não basta Ele saber como você se sente, ma também como Ele se sente.
Existe o filho que se preocupa com o pai e também o que não se preocupa. Este vive um dia após o outro. Deus procura aquele que quer saber o Ele está sentindo, apesar da sua suficiência em Si mesmo Ele carece disto. Ele precisa que a Igreja o procure para saber a Sua vontade e seu sentimento. Na maioria dos casos a Igreja só olha para o próprio umbigo.
O trigo tem que buscar o que Deus quer, na sua essência busca a vontade dEle, pode passar na moenda, ser torrado e tudo mais que continua apto a ser utilizado, diferente do joio que não tem estas utilidades.
Qual o teu querer?Qual tua vontade? A todo o momento Ele quer nos levar para esta dimensão mas a carne batalha contra isto.
Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao homem que semeia a boa semente no seu campo; Mas, dormindo os homens, veio o seu inimigo, e semeou joio no meio do trigo, e retirou-se. E, quando a erva cresceu e frutificou, apareceu também o joio. E os servos do pai de família, indo ter com ele, disseram-lhe: Senhor, não semeaste tu, no teu campo, boa semente? Por que tem, então, joio? E ele lhes disse: Um inimigo é quem fez isso. E os servos lhe disseram: Queres pois que vamos arrancá-lo? Ele, porém, lhes disse: Não; para que, ao colher o joio, não arranqueis também o trigo com ele. Deixai crescer ambos juntos até à ceifa; e, por ocasião da ceifa, direi aos ceifeiros: Colhei primeiro o joio, e atai-o em molhos para o queimar; mas, o trigo, ajuntai-o no meu celeiro. Mat 13:24-30
A parábola é clara: o Senhor não tira o joio de imediato e sim espera os dois crescerem para que haja uma identificação clara de quem é de fato joio e trigo. Muitas vezes queremos fazer acepção de pessoas quando os irmãos estão pequeninos na fé considerando estes joios, mas o Senhor é cauteloso e sabe da necessidade da Igreja, por vezes é necessário para o trigo a presença do joio para treinar ou até mesmo exercitar alguma coisa no trigo.
Ora, havia alguns gregos, entre os que tinham subido a adorar no dia da festa. Estes, pois, dirigiram-se a Filipe, que era de Betsaida da Galiléia, e rogaram-lhe, dizendo: Senhor, queríamos ver a Jesus. Filipe foi dizê-lo a André, e então André e Filipe o disseram a Jesus. E Jesus lhes respondeu, dizendo: É chegada a hora em que o Filho do homem há de ser glorificado. Jo 12:20-23
No pensamento carnal a resposta de Jesus era sem nexo, porém se há pessoa também não praticar a vida espiritual ela pode viver a margem, apalpando as coisas de Deus sem compreender. A pessoa nascida de novo não era pra se surpreender com Deus, porém se surpreende pela falta de prática espiritual. A igreja está abarrotada de muitas coisas e campanhas para os mais diversos fins enquanto em Atos vemos que os apóstolos apenas pregavam a Cristo, pois tinha sido isto que receberam.
Precisamos estar praticando aquilo que recebemos, aquele que não pratica é possível que não tenha recebido a vida do Espírito Santo, ele pode crer, podemos crer, mas a prática da vida interior é fundamental, qualquer um pode crer e o que fazemos pode ser qualquer coisa, pensamento positivo ou uma fé ilustrativa, menos a vida em que o Senhor nos enxertou.
Esta pratica da vida interior é fundamental, mas como eu pratico esta vida?
Deus é um Deus de comunhão, Ele clama por comunhão e nos chamou para o mesmo. A comunhão é bilateral. Não basta Ele saber como você se sente, ma também como Ele se sente.
Existe o filho que se preocupa com o pai e também o que não se preocupa. Este vive um dia após o outro. Deus procura aquele que quer saber o Ele está sentindo, apesar da sua suficiência em Si mesmo Ele carece disto. Ele precisa que a Igreja o procure para saber a Sua vontade e seu sentimento. Na maioria dos casos a Igreja só olha para o próprio umbigo.
O trigo tem que buscar o que Deus quer, na sua essência busca a vontade dEle, pode passar na moenda, ser torrado e tudo mais que continua apto a ser utilizado, diferente do joio que não tem estas utilidades.
Qual o teu querer?Qual tua vontade? A todo o momento Ele quer nos levar para esta dimensão mas a carne batalha contra isto.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
TESTEMUNHO DE CONVERSÃO E BATISMO
TESTEMUNHO DE CONVERSÃO E BATISMO
Tudo sempre me levou para os caminhos do Senhor, mas eu não entendia. ...
Por exemplo: eu tenho uma amiga que me levou para um centro de macumba. Lá eu me senti muito mal, muito mal mesmo, até o cheiro me causava náusea. Nunca mais voltei lá, apesar da insistência dela...
Nesses intervalos sempre freqüentei a igreja, ia em várias,
mas sempre acolhia a Palavra do Senhor, tudo ficava bem marcado na minha mente...
Quando era criança, aos 8 anos, gostava muito de ler o livro de Provérbios, e li a historia de Salomão. A única coisa que pedia ao Senhor era Sabedoria. E Deus me dava pois antes tinha dificuldade em aprender..
Tinha muita vontade de estudar, ter um emprego melhor, casar , mas nada disso acontecia, eu ficava triste..
Se eu tivesse a cabeça que tenho hoje, eu teria pedido ajuda ao Senhor, porque eu achava que não devia pedir nada a Ele, só agradecer.
Então comecei a buscar as coisas que eu queria por mim mesma. Comecei a estudar, mas tive que parar para trabalhar, pois eu queria ter coisas. Não dava para conciliar o trabalho com o estudo.
Depois fui em busca do casamento, sai freneticamente por ai, fazendo as piores escolhas possíveis. Acho que não gostava muito de mim, e achava que eu merecia o pior e não o melhor.
Tive relacionamentos muito conturbados, que hoje me servem de exemplo para eu nunca mais cair em outra.
“ Em 2006, pela primeira vez consegui minha independência, estava trabalhando ganhando bem, estava muito feliz, mas tive um problema de saúde e fui perdendo os trabalhos, um por um.. e comecei a me desesperar.. então numa noite em que eu estava totalmente sozinha , ouvindo o programa da igreja no rádio, me veio um desespero e comecei a chorar. Então me ajoelhei no chão e pela primeira vez eu pedi ao Senhor que mudasse a minha vida e Ele respondeu rápido. “
Conheci a irmã Luci, que é uma pessoa totalmente voltada para Deus, que me ajudou a entender o que o Senhor queria dizer para mim.
Agora eu sei o que é ter comunhão com o Senhor e que eu preciso me batizar para dar o testemunho e que esse testemunho é através do batismo nas águas, que eu estou crucificada com Cristo.
Morri para esse mundo de tristeza e nasci na esperança de uma vida ressurreta em Cristo. .
Estou estudando e fazendo planos para o meu futuro, mas agora com a direção do Senhor . Minha vida agora é calma , tudo que acontece agora, não importa aonde eu esteja, se eu ver que não vai de encontro a tudo que eu acredito , paro fecho meus olhos e peço ao Senhor calma.. entendimento naquele acontecimento
Nunca li muito o novo testamento, estou começando agora, mas tenho certeza que Cristo morreu por todos nós.
E agradeço a todos os irmãos que me acolheram e não me senti preterida em nenhum momento, pelo contrário, o contato com os irmãos valeu mais que 40 anos de amizade no mundo.
Amém!!
Este testemunho foi dado pela irmã Silvana Carvalho que diferentemente do que é pregado pela maioria não creu 'apenas' no Senhor num ato de concordância religiosa ou oportunidade social, mas creu sim que é filha do Deus altíssimo, morta, sem dívidas para com o mundo, justificada, regenerada por Cristo Jesus por meio da Sua morte na cruz. Baseado neste fato entendeu que precisava passar pelas águas do batismo para testemunhar que não pertence mais a este mundo mas que é uma cidadã celeste não por causa de si mas por causa daquEle que nos amou primeiro.
Tudo sempre me levou para os caminhos do Senhor, mas eu não entendia. ...
Por exemplo: eu tenho uma amiga que me levou para um centro de macumba. Lá eu me senti muito mal, muito mal mesmo, até o cheiro me causava náusea. Nunca mais voltei lá, apesar da insistência dela...
Nesses intervalos sempre freqüentei a igreja, ia em várias,
mas sempre acolhia a Palavra do Senhor, tudo ficava bem marcado na minha mente...
Quando era criança, aos 8 anos, gostava muito de ler o livro de Provérbios, e li a historia de Salomão. A única coisa que pedia ao Senhor era Sabedoria. E Deus me dava pois antes tinha dificuldade em aprender..
Tinha muita vontade de estudar, ter um emprego melhor, casar , mas nada disso acontecia, eu ficava triste..
Se eu tivesse a cabeça que tenho hoje, eu teria pedido ajuda ao Senhor, porque eu achava que não devia pedir nada a Ele, só agradecer.
Então comecei a buscar as coisas que eu queria por mim mesma. Comecei a estudar, mas tive que parar para trabalhar, pois eu queria ter coisas. Não dava para conciliar o trabalho com o estudo.
Depois fui em busca do casamento, sai freneticamente por ai, fazendo as piores escolhas possíveis. Acho que não gostava muito de mim, e achava que eu merecia o pior e não o melhor.
Tive relacionamentos muito conturbados, que hoje me servem de exemplo para eu nunca mais cair em outra.
“ Em 2006, pela primeira vez consegui minha independência, estava trabalhando ganhando bem, estava muito feliz, mas tive um problema de saúde e fui perdendo os trabalhos, um por um.. e comecei a me desesperar.. então numa noite em que eu estava totalmente sozinha , ouvindo o programa da igreja no rádio, me veio um desespero e comecei a chorar. Então me ajoelhei no chão e pela primeira vez eu pedi ao Senhor que mudasse a minha vida e Ele respondeu rápido. “
Conheci a irmã Luci, que é uma pessoa totalmente voltada para Deus, que me ajudou a entender o que o Senhor queria dizer para mim.
Agora eu sei o que é ter comunhão com o Senhor e que eu preciso me batizar para dar o testemunho e que esse testemunho é através do batismo nas águas, que eu estou crucificada com Cristo.
Morri para esse mundo de tristeza e nasci na esperança de uma vida ressurreta em Cristo. .
Estou estudando e fazendo planos para o meu futuro, mas agora com a direção do Senhor . Minha vida agora é calma , tudo que acontece agora, não importa aonde eu esteja, se eu ver que não vai de encontro a tudo que eu acredito , paro fecho meus olhos e peço ao Senhor calma.. entendimento naquele acontecimento
Nunca li muito o novo testamento, estou começando agora, mas tenho certeza que Cristo morreu por todos nós.
E agradeço a todos os irmãos que me acolheram e não me senti preterida em nenhum momento, pelo contrário, o contato com os irmãos valeu mais que 40 anos de amizade no mundo.
Amém!!
Este testemunho foi dado pela irmã Silvana Carvalho que diferentemente do que é pregado pela maioria não creu 'apenas' no Senhor num ato de concordância religiosa ou oportunidade social, mas creu sim que é filha do Deus altíssimo, morta, sem dívidas para com o mundo, justificada, regenerada por Cristo Jesus por meio da Sua morte na cruz. Baseado neste fato entendeu que precisava passar pelas águas do batismo para testemunhar que não pertence mais a este mundo mas que é uma cidadã celeste não por causa de si mas por causa daquEle que nos amou primeiro.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
QUANTO TEMPO HÁ QUE LHE SUCEDE ISTO?
QUANTO TEMPO HÁ QUE LHE SUCEDE ISTO?
E um da multidão, respondendo, disse: Mestre, trouxe-te o meu filho, que tem um espírito mudo; E este, onde quer que o apanha, despedaça-o, e ele espuma, e range os dentes, e vai definhando; e eu disse aos teus discípulos que o expulsassem, e não puderam... E trouxeram-lho;...e perguntou ao pai dele: Quanto tempo há que lhe sucede isto? E ele disse-lhe: Desde a infância.E muitas vezes o tem lançado no fogo, e na água, para o destruir; mas, se tu podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós, e ajuda-nos. E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê. E logo o pai do menino, clamando, com lágrimas, disse: Eu creio, Senhor! ajuda a minha incredulidade. E Jesus, vendo que a multidão concorria, repreendeu o espírito imundo, dizendo-lhe: espírito mudo e surdo, eu te ordeno: Sai dele, e não entres mais nele. E ele, clamando, e agitando-o com violência, saiu; e ficou o menino como morto, de tal maneira que muitos diziam que estava morto. Mas Jesus, tomando-o pela mão, o ergueu, e ele se levantou. Marcos 9:17,18,20a,22-27
Apesar de esta passagem ser relatada nos evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas, vamos estar analisando através de Marcos que nos deixa um detalhe precioso.
Lucas é o mais detalhista dos escritores dos evangelhos mas somente Marcos registra a pergunta de Jesus ao pai e sua resposta (Mc 9:21): Quanto tempo há que lhe sucede isto? E ele disse-lhe: Desde a infância
A pergunta nos leva a evidenciar que o problema ia além de uma doença física. Nos dias de hoje certamente se tomaria o problema por uma epilepsia, porém as atitudes do garoto, o tempo de doença e as prováveis tentativas frustadas de curar o filho tinham fracassado. A pergunta também remete ao anseio de Jesus em libertar.
Isto pode nos levar a refletir diante do Senhor. A pergunta de Jesus também levava aquele pai a refletir e a clamar com mais força, pois Lucas registra que aquele era seu único filho (Lc 9:38).
Jesus observa que se aquele pai cresse tudo era possível (Mc 9:23). O pai olhando para o tamanho do problema disse que cria, mas considerou que não o suficiente (Mc 9:24). Jesus não responde a incredulidade do pai, mas vendo uma oportunidade para Se revelar cura o jovem, dando também um testemunho a multidão que se aglomerava para ver o que ia acontecer(Mc 9:25).
A reflexão que Jesus induz o pai(e a nós) a fazer não era para que se olhasse o tamanho do problema, mas sim para o Deus absoluto sobre todo o problema e sedento em se revelar para uma humanidade perdida e incrédula.
E um da multidão, respondendo, disse: Mestre, trouxe-te o meu filho, que tem um espírito mudo; E este, onde quer que o apanha, despedaça-o, e ele espuma, e range os dentes, e vai definhando; e eu disse aos teus discípulos que o expulsassem, e não puderam... E trouxeram-lho;...e perguntou ao pai dele: Quanto tempo há que lhe sucede isto? E ele disse-lhe: Desde a infância.E muitas vezes o tem lançado no fogo, e na água, para o destruir; mas, se tu podes fazer alguma coisa, tem compaixão de nós, e ajuda-nos. E Jesus disse-lhe: Se tu podes crer, tudo é possível ao que crê. E logo o pai do menino, clamando, com lágrimas, disse: Eu creio, Senhor! ajuda a minha incredulidade. E Jesus, vendo que a multidão concorria, repreendeu o espírito imundo, dizendo-lhe: espírito mudo e surdo, eu te ordeno: Sai dele, e não entres mais nele. E ele, clamando, e agitando-o com violência, saiu; e ficou o menino como morto, de tal maneira que muitos diziam que estava morto. Mas Jesus, tomando-o pela mão, o ergueu, e ele se levantou. Marcos 9:17,18,20a,22-27
Apesar de esta passagem ser relatada nos evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas, vamos estar analisando através de Marcos que nos deixa um detalhe precioso.
Lucas é o mais detalhista dos escritores dos evangelhos mas somente Marcos registra a pergunta de Jesus ao pai e sua resposta (Mc 9:21): Quanto tempo há que lhe sucede isto? E ele disse-lhe: Desde a infância
A pergunta nos leva a evidenciar que o problema ia além de uma doença física. Nos dias de hoje certamente se tomaria o problema por uma epilepsia, porém as atitudes do garoto, o tempo de doença e as prováveis tentativas frustadas de curar o filho tinham fracassado. A pergunta também remete ao anseio de Jesus em libertar.
Isto pode nos levar a refletir diante do Senhor. A pergunta de Jesus também levava aquele pai a refletir e a clamar com mais força, pois Lucas registra que aquele era seu único filho (Lc 9:38).
Jesus observa que se aquele pai cresse tudo era possível (Mc 9:23). O pai olhando para o tamanho do problema disse que cria, mas considerou que não o suficiente (Mc 9:24). Jesus não responde a incredulidade do pai, mas vendo uma oportunidade para Se revelar cura o jovem, dando também um testemunho a multidão que se aglomerava para ver o que ia acontecer(Mc 9:25).
A reflexão que Jesus induz o pai(e a nós) a fazer não era para que se olhasse o tamanho do problema, mas sim para o Deus absoluto sobre todo o problema e sedento em se revelar para uma humanidade perdida e incrédula.
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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
AS EXPECTATIVAS II
AS EXPECTATIVAS II
Cessou para sempre a sua benignidade? Acabou-se já a promessa de geração em geração?Salmo 77:8
Outra coisa que mexe muito com nossa comunhão é nossa expectativa com Deus. Geralmente somos muito desconfiados de Deus. Eu fico vendo alguns exemplos bíblicos muito claros. O filho mais novo da parábola do filho pródigo, o que ele pensa antes de voltar para casa? “Vou pedir para o meu pai para voltar como um dos seus empregados”(Luc 15:19). Ele era filho, se ele voltasse na condição que imaginou não era o perdão do pai, era o perdão dele, a expectativa dele era que o pai o perdoaria como ele perdoaria se a situação fosse oposta.
Geralmente esperamos do próximo a atitude que nós tomaríamos naquela posição. Isto é motivo tanto para nos decepcionarmos, mas como também subestimarmos e neste último caso principalmente subestimarmos o amor divino. Com o ser humano já é errado fazer isto, mas com Deus é o cúmulo da idiotice (que por sinal eu faço).
Nós vamos nos decepcionando e/ou passando pela escola do Senhor e vamos vendo a realidade dos nossos corações. Asafe é um bom exemplo, zeloso servo do Senhor chegou ao esgotamento como é declarado em alguns dos seus salmos: “em vão tenho purificado meu coração”Salmo 73:13. Ele mesmo declara seu fatalismo “Cessou para sempre a sua benignidade? Acabou-se já a promessa de geração em geração?”Salmo 77:8. Asafe queria servir a Deus na sua força, porém Deus não aceita isto e também por este caminho é impossível alcançar o sucesso na obra. George Muller recusado no exército na sua juventude por questões físicas terminou sua vida viajando o mundo inteiro de barco, pregando mais de 300/cultos ano, lendo a Bíblia inteira mais de 5vezes/ano e quando perguntado sobre o sucesso do seu ministério disse: “veio um dia em que eu morri, morri completamente, morri para George Muller, suas opiniões, preferências, gostos e vontade; morri para o mundo – sua aprovação ou censura; morri para a censura ou aprovação até dos meus irmãos e amigos e, desde aquele dia, tenho-me esforçado somente para me apresentar diante de Deus aprovado.” É muito claro hoje quando alguém faz algo na sua força ou na de Deus, Paulo declara sobre seu ministério: “..antes trabalhei muito mais do que todos eles; todavia não eu, mas a graça de Deus, que está comigo.”I Cor 15:10b. Quando se faz na força de Asafe o resultado é sempre igual ao de Asafe: esgotamento, fatalismo e consequente fracasso. Na força de Paulo o resultado é sempre o mesmo “Desde agora, a coroa da justiça me está guardada...”II Tim 4:8
Outro exemplo bíblico clássico é o de Pedro, ele disse para Jesus: “o Senhor não pode lavar meus pés”Jo 13:8. Pedro mensurava que se estivesse na posição de Deus, na posição de todo poderoso nunca lavaria os pés de alguém menor que ele próprio, ele (erroneamente) transferiu para Jesus a atitude que ele mesmo teria se fosse o próprio Messias! Ele pegou Deus e construiu na mente um modelo de como Deus deveria ser, baseado em seus conceitos, em seus limites de amor, de humildade, de solidariedade.
É incrível que isto não seja exclusivo de Pedro, como eu mesmo faço isto constantemente, como por vezes é difícil entender que Deus nos ama, que está muito feliz de nos ter salvo, independente do que façamos. Para entender um pouco do coração de Jesus vamos ver Isaías 42:3.
A cana trilhada não quebrará, nem apagará o pavio que fumega; com verdade trará justiça.
Naquela época as crianças gostavam de sentar-se às margens dos rios e tirar o miolo das canas, a fim de fazer flautinhas musicais, se errassem na confecção elas desprezavam no rio a cana e tentavam de novo com outro pedaço de tantos que havia na margem do rio. Como disse Malcom Smith:
Cristo se caracteriza como a Pessoa que nunca jogaria fora aqueles que fossem esmagados no próprio manuseio.
As casas dos israelitas da época do AT eram iluminadas por lamparinas com óleo como combustível da luz. Se o óleo da lamparina acabasse o mau cheiro do linho do pavio queimado causaria náusea e era jogado fora. Malcom Smith também responde a esta questão:
Isaías disse que Jesus, quando viesse, não apagaria a torcida que fumega. Ele não se livraria daqueles que se viram queimados pela vida.
O pavio(torcida) inutilizado jamais seria descartado pelo Senhor. Aquilo que é descartado pelo homem é convidado para as bodas do Cordeiro. Bota o manto da honra, o anel que indica que você é da família e a sandália que mostra sua nobreza. Apesar das atitudes contrárias aos olhos de Deus (e não aos nossos) é assim que Deus trata seus pavios apagados que dão náusea e suas canas quebradas. Se eu fosse o pai do filho pródigo certamente teria uma atitude mais farisaica, porém esta é a minha expectativa e não a de Deus, Ele é amor.
Que possamos tomar cuidado em como vemos Deus, que não tenhamos a expectativa que Ele terá uma atitude conforme a nossa mente e que possamos enxergá-Lo como Ele é de fato.
Encerro com um texto de Brennan Manning, duríssimo, mas de uma verdade absoluta.
Que todas as suas expectativas se frustrem, todos os seus planos
fracassem, todos os seus desejos dêem em nada, para que você
experimente a fragilidade e a humildade de uma criança e cante
e dance no amor de Deus, que é Pai, Filho e Espírito. E hoje,
no planeta Terra, que você possa experimentar a maravilha e
a beleza de si mesmo como filho de Aba e como templo do
Espírito Santo, por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor
Cessou para sempre a sua benignidade? Acabou-se já a promessa de geração em geração?Salmo 77:8
Outra coisa que mexe muito com nossa comunhão é nossa expectativa com Deus. Geralmente somos muito desconfiados de Deus. Eu fico vendo alguns exemplos bíblicos muito claros. O filho mais novo da parábola do filho pródigo, o que ele pensa antes de voltar para casa? “Vou pedir para o meu pai para voltar como um dos seus empregados”(Luc 15:19). Ele era filho, se ele voltasse na condição que imaginou não era o perdão do pai, era o perdão dele, a expectativa dele era que o pai o perdoaria como ele perdoaria se a situação fosse oposta.
Geralmente esperamos do próximo a atitude que nós tomaríamos naquela posição. Isto é motivo tanto para nos decepcionarmos, mas como também subestimarmos e neste último caso principalmente subestimarmos o amor divino. Com o ser humano já é errado fazer isto, mas com Deus é o cúmulo da idiotice (que por sinal eu faço).
Nós vamos nos decepcionando e/ou passando pela escola do Senhor e vamos vendo a realidade dos nossos corações. Asafe é um bom exemplo, zeloso servo do Senhor chegou ao esgotamento como é declarado em alguns dos seus salmos: “em vão tenho purificado meu coração”Salmo 73:13. Ele mesmo declara seu fatalismo “Cessou para sempre a sua benignidade? Acabou-se já a promessa de geração em geração?”Salmo 77:8. Asafe queria servir a Deus na sua força, porém Deus não aceita isto e também por este caminho é impossível alcançar o sucesso na obra. George Muller recusado no exército na sua juventude por questões físicas terminou sua vida viajando o mundo inteiro de barco, pregando mais de 300/cultos ano, lendo a Bíblia inteira mais de 5vezes/ano e quando perguntado sobre o sucesso do seu ministério disse: “veio um dia em que eu morri, morri completamente, morri para George Muller, suas opiniões, preferências, gostos e vontade; morri para o mundo – sua aprovação ou censura; morri para a censura ou aprovação até dos meus irmãos e amigos e, desde aquele dia, tenho-me esforçado somente para me apresentar diante de Deus aprovado.” É muito claro hoje quando alguém faz algo na sua força ou na de Deus, Paulo declara sobre seu ministério: “..antes trabalhei muito mais do que todos eles; todavia não eu, mas a graça de Deus, que está comigo.”I Cor 15:10b. Quando se faz na força de Asafe o resultado é sempre igual ao de Asafe: esgotamento, fatalismo e consequente fracasso. Na força de Paulo o resultado é sempre o mesmo “Desde agora, a coroa da justiça me está guardada...”II Tim 4:8
Outro exemplo bíblico clássico é o de Pedro, ele disse para Jesus: “o Senhor não pode lavar meus pés”Jo 13:8. Pedro mensurava que se estivesse na posição de Deus, na posição de todo poderoso nunca lavaria os pés de alguém menor que ele próprio, ele (erroneamente) transferiu para Jesus a atitude que ele mesmo teria se fosse o próprio Messias! Ele pegou Deus e construiu na mente um modelo de como Deus deveria ser, baseado em seus conceitos, em seus limites de amor, de humildade, de solidariedade.
É incrível que isto não seja exclusivo de Pedro, como eu mesmo faço isto constantemente, como por vezes é difícil entender que Deus nos ama, que está muito feliz de nos ter salvo, independente do que façamos. Para entender um pouco do coração de Jesus vamos ver Isaías 42:3.
A cana trilhada não quebrará, nem apagará o pavio que fumega; com verdade trará justiça.
Naquela época as crianças gostavam de sentar-se às margens dos rios e tirar o miolo das canas, a fim de fazer flautinhas musicais, se errassem na confecção elas desprezavam no rio a cana e tentavam de novo com outro pedaço de tantos que havia na margem do rio. Como disse Malcom Smith:
Cristo se caracteriza como a Pessoa que nunca jogaria fora aqueles que fossem esmagados no próprio manuseio.
As casas dos israelitas da época do AT eram iluminadas por lamparinas com óleo como combustível da luz. Se o óleo da lamparina acabasse o mau cheiro do linho do pavio queimado causaria náusea e era jogado fora. Malcom Smith também responde a esta questão:
Isaías disse que Jesus, quando viesse, não apagaria a torcida que fumega. Ele não se livraria daqueles que se viram queimados pela vida.
O pavio(torcida) inutilizado jamais seria descartado pelo Senhor. Aquilo que é descartado pelo homem é convidado para as bodas do Cordeiro. Bota o manto da honra, o anel que indica que você é da família e a sandália que mostra sua nobreza. Apesar das atitudes contrárias aos olhos de Deus (e não aos nossos) é assim que Deus trata seus pavios apagados que dão náusea e suas canas quebradas. Se eu fosse o pai do filho pródigo certamente teria uma atitude mais farisaica, porém esta é a minha expectativa e não a de Deus, Ele é amor.
Que possamos tomar cuidado em como vemos Deus, que não tenhamos a expectativa que Ele terá uma atitude conforme a nossa mente e que possamos enxergá-Lo como Ele é de fato.
Encerro com um texto de Brennan Manning, duríssimo, mas de uma verdade absoluta.
Que todas as suas expectativas se frustrem, todos os seus planos
fracassem, todos os seus desejos dêem em nada, para que você
experimente a fragilidade e a humildade de uma criança e cante
e dance no amor de Deus, que é Pai, Filho e Espírito. E hoje,
no planeta Terra, que você possa experimentar a maravilha e
a beleza de si mesmo como filho de Aba e como templo do
Espírito Santo, por meio de Jesus Cristo, nosso Senhor
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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
AS EXPECTATIVAS I
AS EXPECTATIVAS I
Todavia aguardando eu o bem, então me veio o mal, esperando eu a luz, veio a escuridão. Jo 30:26
Jó era um homem de conduta irretocável, obviamente cria que tudo ia dar certo. Qualquer pessoa idônea perante a sociedade sempre espera que boas coisas sejam as conseqüências de tudo quanto fazem. Qualquer um no contexto de Jó pensaria a mesma coisa. Com certeza ele tinha planos relacionados aos seus bens, seus filhos...Porém esta era a perspectiva de Jó e não de Deus. Por vezes oramos e pedimos a Deus algumas coisas, que nos abençoe em nossos caminhos, mas quando isto acontece, quando fazemos nossos planos mesmo que altamente bem intencionados, ainda há uma grande chance dEle utilizar isto para nos frustar. Por que? Para que vejamos quem realmente somos e em que estamos firmados. Será que cremos que o Deus que se rebaixou a nós e se entregou deixaria-nos na mão? Podemos responder que não, mas nossas atitudes podem falar oura coisa. Malcom Smith faz uma observação interessante.
“As épocas difíceis são a prova de nossa fé. Quando as evidências indicam que Deus está ausente a fé enxerga além das circunstâncias e regozija-se com Deus”
Aqui há uma divisão de nível de maturidade.
No momento que Deus frustra ou não permite pela Sua mão que ama que aconteça algo que você vê que é bom e que de fato realmente pode ser bom a pergunta é você dá amém, você aceita de bom coração o desígnio daquEle que amou primeiro?
Quanto tempo demora para me recuperar de algo que me frustou?
A partir deste momento quando você vê claramente que Deus não permitiu que algo aparentemente bom não ocorreu você dá amém?
Pouco tempo atrás eu passei uma das épocas mais escuras da minha vida, tudo deu milagrosamente errado e de forma avassaladora.
Depois disso ficou martelando na minha mente o testemunho do irmão Cezar quando Deus pergunta se ele iria deixá-Lo. A resposta do irmão resulta no lindo cântico com o refrão Não te deixo Senhor, tu és o primeiro...
Fiquei pensando e se o Senhor falasse pra mim isto?
Eu ia conseguir dar a reposta que ele deu (de coração)?
Eu iria falar de todo meu ser “não te deixo, não importa o que Senhor faz, importa o que já fez através de Cristo e isto é suficiente pra mim."
Será que eu ia conseguir falar isto crendo que o futuro é bom não importa o que as circunstâncias mostrem?
Eu sou uma pessoa extremamente fatalista, distoando da vida cristã que tenho sempre penso o pior. Minhas expectativas geralmente não conferem com a vida que há dentro de mim. Minha prima volta e meia brinca comigo com uma frase que digo “cuidado que sempre dá para piorar”. Algumas vezes digo isto no sentido de tomarmos cuidado com acharmos que aquilo acabou quando Deus pode ainda ter algo a tratar a tratar naquela situação. Porém verificando meu coração vejo que isto não é bem assim. Outro dia na internet achei a seguinte frase “não há nada na vida tão desgraçado que não possa piorar”. Ela é de um filósofo alemão chamado Arthur Schopenhauer, filósofo alemão conhecido por ser pessimista e alguns dizem até que era ateu, enfim vi que minha linha de raciocínio era a de alguém com a natureza extremamente oposta da minha! E nem bonito que nem ele eu falava!!
Comentei com o Senhor “tá errado né Senhor, preciso aceitar”. Hoje creio que a forma de aceitar é o que vai diferenciar nossa experiência cristã. No versículo abaixo de Jó 30:26 após mostrar a frustação da sua expectativa ele comenta como a aceitou:
As minhas entranhas fervem e não estão quietas; os dias da aflição me surpreendem. Jo 30:27
Em outra versão na primeira parte diz "o meu íntimo se agita sem cessar". Jó não teve no coração o “aquietai-vos e sabei que eu sou Deus” do Salmo 46. A palavra mostra que Jó cria em si mesmo, quando apertado ele mostrou o valor da sua fé . No capítulo 27 ele mostra bem quem ele de fato era e grandeza do equívoco da sua auto-justiça.
Não falarão os meus lábios iniqüidade, nem a minha língua pronunciará engano. Longe de mim que eu vos justifique; até que eu expire, nunca apartarei de mim a minha integridade. Jo 27:4,5
Eu, meu, minha, mim, eu... Vemos um contraste muito grande com a atitude de Josafá que quando teve medo, pôs-se a buscar o Senhor (II Cron 20:3). O nível de maturidade está na soma da atitude de Josafá e como se aceita o que acontece, José talvez seja um dos melhores exemplo bíblico (com excessão do próprio Senhor). Sofreu todo tipo de injustiça, foi preso injustamente, esquecido, traído.... e sempre aceitou olhando firme para o Senhor. Nosso problema é que queremos chegar na posição de José de senhor do povo sem passar pela desconstrução que José passou.
Todavia aguardando eu o bem, então me veio o mal, esperando eu a luz, veio a escuridão. Jo 30:26
Jó era um homem de conduta irretocável, obviamente cria que tudo ia dar certo. Qualquer pessoa idônea perante a sociedade sempre espera que boas coisas sejam as conseqüências de tudo quanto fazem. Qualquer um no contexto de Jó pensaria a mesma coisa. Com certeza ele tinha planos relacionados aos seus bens, seus filhos...Porém esta era a perspectiva de Jó e não de Deus. Por vezes oramos e pedimos a Deus algumas coisas, que nos abençoe em nossos caminhos, mas quando isto acontece, quando fazemos nossos planos mesmo que altamente bem intencionados, ainda há uma grande chance dEle utilizar isto para nos frustar. Por que? Para que vejamos quem realmente somos e em que estamos firmados. Será que cremos que o Deus que se rebaixou a nós e se entregou deixaria-nos na mão? Podemos responder que não, mas nossas atitudes podem falar oura coisa. Malcom Smith faz uma observação interessante.
“As épocas difíceis são a prova de nossa fé. Quando as evidências indicam que Deus está ausente a fé enxerga além das circunstâncias e regozija-se com Deus”
Aqui há uma divisão de nível de maturidade.
No momento que Deus frustra ou não permite pela Sua mão que ama que aconteça algo que você vê que é bom e que de fato realmente pode ser bom a pergunta é você dá amém, você aceita de bom coração o desígnio daquEle que amou primeiro?
Quanto tempo demora para me recuperar de algo que me frustou?
A partir deste momento quando você vê claramente que Deus não permitiu que algo aparentemente bom não ocorreu você dá amém?
Pouco tempo atrás eu passei uma das épocas mais escuras da minha vida, tudo deu milagrosamente errado e de forma avassaladora.
Depois disso ficou martelando na minha mente o testemunho do irmão Cezar quando Deus pergunta se ele iria deixá-Lo. A resposta do irmão resulta no lindo cântico com o refrão Não te deixo Senhor, tu és o primeiro...
Fiquei pensando e se o Senhor falasse pra mim isto?
Eu ia conseguir dar a reposta que ele deu (de coração)?
Eu iria falar de todo meu ser “não te deixo, não importa o que Senhor faz, importa o que já fez através de Cristo e isto é suficiente pra mim."
Será que eu ia conseguir falar isto crendo que o futuro é bom não importa o que as circunstâncias mostrem?
Eu sou uma pessoa extremamente fatalista, distoando da vida cristã que tenho sempre penso o pior. Minhas expectativas geralmente não conferem com a vida que há dentro de mim. Minha prima volta e meia brinca comigo com uma frase que digo “cuidado que sempre dá para piorar”. Algumas vezes digo isto no sentido de tomarmos cuidado com acharmos que aquilo acabou quando Deus pode ainda ter algo a tratar a tratar naquela situação. Porém verificando meu coração vejo que isto não é bem assim. Outro dia na internet achei a seguinte frase “não há nada na vida tão desgraçado que não possa piorar”. Ela é de um filósofo alemão chamado Arthur Schopenhauer, filósofo alemão conhecido por ser pessimista e alguns dizem até que era ateu, enfim vi que minha linha de raciocínio era a de alguém com a natureza extremamente oposta da minha! E nem bonito que nem ele eu falava!!
Comentei com o Senhor “tá errado né Senhor, preciso aceitar”. Hoje creio que a forma de aceitar é o que vai diferenciar nossa experiência cristã. No versículo abaixo de Jó 30:26 após mostrar a frustação da sua expectativa ele comenta como a aceitou:
As minhas entranhas fervem e não estão quietas; os dias da aflição me surpreendem. Jo 30:27
Em outra versão na primeira parte diz "o meu íntimo se agita sem cessar". Jó não teve no coração o “aquietai-vos e sabei que eu sou Deus” do Salmo 46. A palavra mostra que Jó cria em si mesmo, quando apertado ele mostrou o valor da sua fé . No capítulo 27 ele mostra bem quem ele de fato era e grandeza do equívoco da sua auto-justiça.
Não falarão os meus lábios iniqüidade, nem a minha língua pronunciará engano. Longe de mim que eu vos justifique; até que eu expire, nunca apartarei de mim a minha integridade. Jo 27:4,5
Eu, meu, minha, mim, eu... Vemos um contraste muito grande com a atitude de Josafá que quando teve medo, pôs-se a buscar o Senhor (II Cron 20:3). O nível de maturidade está na soma da atitude de Josafá e como se aceita o que acontece, José talvez seja um dos melhores exemplo bíblico (com excessão do próprio Senhor). Sofreu todo tipo de injustiça, foi preso injustamente, esquecido, traído.... e sempre aceitou olhando firme para o Senhor. Nosso problema é que queremos chegar na posição de José de senhor do povo sem passar pela desconstrução que José passou.
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